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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Uso do porta-helicópteros Atlântico pelas três forças é debatido em reunião do EMAER

O Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER) sediou, nesta terça-feira (04/09), a reunião do Comitê de Chefes de Estados-Maiores das Forças Armadas. 


Poder Naval

Participaram do encontro, no Gabinete do EMAER, em Brasília (DF), além do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho; o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior; do Exército Brasileiro (EB), General de Exército Paulo Humberto Cesar de Oliveira; e da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro do Ar Raul Botelho.

Porta-helicópteros A-140 Atlântico | Reprodução

A isenção de impostos em produtos de defesa e o uso do porta-helicópteros Atlântico por militares das três forças foram alguns dos assuntos debatidos. Temas de interesse comum das três forças, ligados às áreas de comunicações, comando e controle, também entraram na pauta de discussão do encontro.

“Cada força passa as decisões tomadas aqui para a sua estrutura de comando. No caso do Ministério da Defesa, passamos para a chefia do Estado-Maior para que sejam tomadas as providências dentro das resoluções que foram decididas no Comitê de Chefes de Estados-Maiores”, destacou o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

O oficial-general lembrou ainda que, além de assessorar o Ministro de Estado da Defesa em assuntos específicos, esse grupo também é responsável pelo cumprimento de tarefas de extrema importância.

“É muito importante que haja essa integração no debate porque nós damos o exemplo da interoperabilidade vindo de cima, entre as forças, e determinamos para baixo o cumprimento dessas novas ações. Isso permite um maior intercâmbio entre as forças”, avaliou.

Esta foi a primeira vez que a FAB sediou o encontro, desde que foi implementado o sistema de rodízio entre as três forças. Antes, todas as reuniões, convocadas geralmente a cada dois meses, eram realizadas no Ministério da Defesa.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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