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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Uso do porta-helicópteros Atlântico pelas três forças é debatido em reunião do EMAER

O Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER) sediou, nesta terça-feira (04/09), a reunião do Comitê de Chefes de Estados-Maiores das Forças Armadas. 


Poder Naval

Participaram do encontro, no Gabinete do EMAER, em Brasília (DF), além do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho; o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior; do Exército Brasileiro (EB), General de Exército Paulo Humberto Cesar de Oliveira; e da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro do Ar Raul Botelho.

Porta-helicópteros A-140 Atlântico | Reprodução

A isenção de impostos em produtos de defesa e o uso do porta-helicópteros Atlântico por militares das três forças foram alguns dos assuntos debatidos. Temas de interesse comum das três forças, ligados às áreas de comunicações, comando e controle, também entraram na pauta de discussão do encontro.

“Cada força passa as decisões tomadas aqui para a sua estrutura de comando. No caso do Ministério da Defesa, passamos para a chefia do Estado-Maior para que sejam tomadas as providências dentro das resoluções que foram decididas no Comitê de Chefes de Estados-Maiores”, destacou o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

O oficial-general lembrou ainda que, além de assessorar o Ministro de Estado da Defesa em assuntos específicos, esse grupo também é responsável pelo cumprimento de tarefas de extrema importância.

“É muito importante que haja essa integração no debate porque nós damos o exemplo da interoperabilidade vindo de cima, entre as forças, e determinamos para baixo o cumprimento dessas novas ações. Isso permite um maior intercâmbio entre as forças”, avaliou.

Esta foi a primeira vez que a FAB sediou o encontro, desde que foi implementado o sistema de rodízio entre as três forças. Antes, todas as reuniões, convocadas geralmente a cada dois meses, eram realizadas no Ministério da Defesa.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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