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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Uso do porta-helicópteros Atlântico pelas três forças é debatido em reunião do EMAER

O Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER) sediou, nesta terça-feira (04/09), a reunião do Comitê de Chefes de Estados-Maiores das Forças Armadas. 


Poder Naval

Participaram do encontro, no Gabinete do EMAER, em Brasília (DF), além do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho; o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior; do Exército Brasileiro (EB), General de Exército Paulo Humberto Cesar de Oliveira; e da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro do Ar Raul Botelho.

Porta-helicópteros A-140 Atlântico | Reprodução

A isenção de impostos em produtos de defesa e o uso do porta-helicópteros Atlântico por militares das três forças foram alguns dos assuntos debatidos. Temas de interesse comum das três forças, ligados às áreas de comunicações, comando e controle, também entraram na pauta de discussão do encontro.

“Cada força passa as decisões tomadas aqui para a sua estrutura de comando. No caso do Ministério da Defesa, passamos para a chefia do Estado-Maior para que sejam tomadas as providências dentro das resoluções que foram decididas no Comitê de Chefes de Estados-Maiores”, destacou o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

O oficial-general lembrou ainda que, além de assessorar o Ministro de Estado da Defesa em assuntos específicos, esse grupo também é responsável pelo cumprimento de tarefas de extrema importância.

“É muito importante que haja essa integração no debate porque nós damos o exemplo da interoperabilidade vindo de cima, entre as forças, e determinamos para baixo o cumprimento dessas novas ações. Isso permite um maior intercâmbio entre as forças”, avaliou.

Esta foi a primeira vez que a FAB sediou o encontro, desde que foi implementado o sistema de rodízio entre as três forças. Antes, todas as reuniões, convocadas geralmente a cada dois meses, eram realizadas no Ministério da Defesa.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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