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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

USSTRATCOM e Brasil assinam acordo para compartilhar serviços e dados espaciais

O US Strategic Command (USSTRATCOM) assinou um acordo com o Ministério da Defesa do Brasil para compartilhar serviços e informações sobre a Space Situational Awareness (SSA).


Poder Aéreo

OFFUTT AIR FORCE BASE, Nebraska – O contra-almirante Richard A. Correll, diretor de planos e políticas do USSTRATCOM, assinou o acordo como parte de um esforço maior para construir uma parceria de defesa mais próxima com o Brasil que aumentará a consciência situacional de cada nação no domínio espacial aumentando a segurança de suas operações de voo espacial.

A consciência situacional do espaço fornece dados sobre o lixo espacial e satélites desativados que podem afetar futuros lançamentos
A Consciência Situacional do Espaço fornece dados sobre o lixo espacial e satélites desativados que podem afetar futuros lançamentos

“Cooperação e parcerias como essas são vitais para que os Estados Unidos e nossos aliados mantenham uma consciência situacional espacial efetiva e que todos continuem se beneficiando do domínio crítico que é o espaço”, disse Correll. “Esses acordos constroem nossos relacionamentos e fornecem insights que nos permitem ser mais eficazes no espaço.”

Compartilhando a Consciência Situacional no Espaço promove a abertura, a previsibilidade das operações espaciais e a transparência nas atividades espaciais, permitindo que todas as nações percebam os benefícios do espaço.

“Para o Brasil, as parcerias em atividades espaciais são altamente valiosas. A assinatura do acordo para compartilhar serviços e informações de consciência situacional espacial nos permitirá operar com o apoio do USSTRATCOM, que representa um instrumento importante para promover o uso sustentável do espaço exterior. Além disso, é um compromisso conjunto com a segurança das operações espaciais que ampliará ainda mais a estreita relação entre os dois países”, disse o tenente-general Jefson Borges, chefe de operações do Estado-Maior da Força Aérea Brasileira.

O Brasil junta-se a 14 nações – Reino Unido, República da Coreia, França, Canadá, Itália, Japão, Israel, Espanha, Alemanha, Austrália, Bélgica, Emirados Árabes Unidos, Noruega e Dinamarca – duas organizações intergovernamentais, a Agência Espacial Europeia e a Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos e mais de 70 proprietários/operadores/ lançadores de satélites comerciais já participando em acordos de partilha de dados da SSA com o USSTRATCOM.

“Compartilhamento de consciência situacional espacial é uma capacidade fundamental que afeta todas as futuras operações e projetos espaciais. O governo dos EUA continuará a fazer parcerias com entidades do espaço para promover o uso responsável, pacífico e seguro do espaço”, disse Correll.

Os acordos de compartilhamento de dados da SSA aprimoram a cooperação espacial multinacional e agilizam o processo para os parceiros do USSTRATCOM solicitarem informações específicas coletadas pelo 18º Esquadrão de Controle Espacial do Comando Espacial da Força Aérea na Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia. A informação é crucial para o suporte ao lançamento, planejamento de manobras de satélites, suporte para anomalias em órbita, relatório e investigação de interferência eletromagnética, atividades de desativação de satélites e avaliações de conjunção em órbita.

O USSTRATCOM tem responsabilidades globais atribuídas por meio do Plano de Comando Unificado, que incluem dissuasão estratégica, operações nucleares, operações espaciais, operações conjuntas de espectro eletromagnético, ataque global, defesa antimísseis e análise e direcionamento.

FONTE: U.S. Air Force Space Command

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