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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

A presença dos EUA na Síria é ilegal, afirma chanceler

''A presença estadunidense em território sírio é ilegal e é uma agressão'', afirmou o ministro de Relações Exteriores Walid Moallem, em entrevista à rede russa Sputnik, divulgada hoje em meios de imprensa nacionais.


Prensa Latina
Damasco - O também vice-presidente sírio enfatizou que as forças dos EUA, empregadas na região de Tanef, recrutam os extremistas do Estado Islâmico, (Daesh em árabe) e os enviam novamente ao combate para prolongar a crise e favorecer o regime de Israel.

Ministro de Relações Exteriores da Síria, Walid Moallem | Reprodução

Entre outros temas tratados, Moallem sublinhou que as relações com o Irã 'não são negociáveis' porque a presença aqui de assessores dessa nação foi estabelecida com Damasco sobre bases jurídicas e totalmente legais.

Durante a entrevista, o chanceler qualificou de positivo o pactuado na província de Idleb para a criação de uma região desmilitarizada e é um passo para restabelecer a autoridade do Estado sírio em todo o território do país.

Moallem ratificou que Síria está comprometida com as negociações de Astaná e Sochi, bem como com os esforços que realizam tanto a Rússia como o Irã para encontrar uma solução que sirva ao povo sírio no processo político.

Sobre o sistema antiaéreo S300, sublinhou que é defensivo em sua essência, e não ofensivo, e manifestou que 'se analisamos a importância de proteger o céu sírio, veremos que isto é um sinal de segurança e estabilidade, e não de guerra'.

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