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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Abimaq chama consórcios e tenta viabilizar 40% de conteúdo local para corvetas

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) pretende convocar representantes dos quatro consórcios proponentes da short list da Marinha que disputam a construção de quatro corvetas classe Tamandaré. 


Danilo Oliveira | Portos e Navios

O objetivo dos fornecedores é conhecer melhor as demandas de cada consórcio, além de apresentar os potenciais de fornecimento da indústria local. A associação considera possível atingir um percentual de 40% de conteúdo nacional nesses projetos. 

Corveta Classe Tamandaré

A Abimaq disponibilizou seus associados para fornecimento desse pacote inteiro, com exceção do sistema de defesa. "Temos histórico de fornecimento para corvetas Barroso no passado e capacidade técnica. Facilmente a Abimaq, através de seus associados, consegue fornecer materiais suficientes para alcançar, já no primeiro projeto de corveta, os 40% de conteúdo local, que é intuito da indústria brasileira", garantiu o vice-presidente da Abimaq no Rio de Janeiro, Marcelo Campos.

Campos disse que essa aproximação com proponentes da short list já vem se desenrolando há um tempo, e que a Abimaq está em contato com a Marinha desde início do projeto. Ele ressaltou que o reaparelhamento do programa de superfície da Marinha é estratégico para o país. "Para se ter soberania sobre esses projetos é imperativo que a Abimaq participe desse processo, em grande sinergia com a Marinha, para fornecer o maior número de equipamentos com qualidade e desempenho já provados em projetos anteriores e em projetos atuais", comentou.

O vice-presidente da Abimaq-RJ acrescentou que projetos dessa relevância contam com indústria local em marinhas de todo o mundo, como a norte-americana, chinesa, francesa e italiana. "A indústria está muito próxima dos estaleiros já por conta do O&G e Naval, os quais já atendemos. Os requisitos de Marinha são um pouco diferentes, mas nada que não possamos atender. A questão é garantir que essas demandas tenham eco na indústria local", defendeu. A Marinha informou que a decisão sobre a melhor proposta está prevista para dezembro deste ano.

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