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Pentágono se diz pronto para admitir ter muitos 'criminosos' nas suas tropas

Depois que uma série de terríveis desastres de relações públicas que expôs soldados de elite dos EUA sendo presos por posse de drogas, abuso, estupro e assassinato, o Pentágono está reprimindo questões disciplinares em seu Comando de Operações Especiais, segundo um novo relatório.
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Com "alegações de falta grave" acumulando-se altas demais para serem ignoradas após duas décadas de guerra, o general Raymond "Tony" Thomas, chefe do Comando de Operações Especiais, e Owen West, chefe de Operações Especiais e Conflito de Baixa Intensidade do Pentágono, esboçaram um ambicioso plano de 90 dias para descobrir como o corpo de elite militar se perdeu.


O primeiro de seu tipo, a avaliação profissional pretende "rever e reforçar os padrões éticos e de conduta", segundo documentos adquiridos pelo jornal The Washington Times.

"O primeiro passo em qualquer programa de tratamento é admitir que você tem um problema", disse uma autoridade do Comando de Operações…

Análise: China demonstra a EUA quem manda no mar do Sul da China

O incidente perigoso de aproximação de um navio da Marinha da China com outro dos EUA no mar do Sul da China demonstrou que Pequim é capaz de complementar a sua tática diplomática com ações militares, no que poucos especialistas acreditavam até agora, escreveu a jornalista Irina Alksnis.


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De acordo com os militares dos EUA, citados pelo canal ABC, em 30 de setembro o destróier USS Decatur teve que manobrar para evitar uma colisão depois de o navio de guerra chinês Luyang ter se aproximado a uns 40 metros da sua proa com "advertências para que o Decatur deixasse a área".

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USS Decatur (DDG-73) | Reprodução

Isso não seria nada de especial, se o caso tivesse acontecido entre militares da OTAN e da Rússia, que têm confrontações regulares no mar e no espaço aéreo. Mas este talvez seja o primeiro caso com a Marinha da China na história atual.

Durante muitos anos a China tem aumentado seu potencial militar, gastando grandes recursos financeiros e esforços. O país ocupa o terceiro, ou por vezes o segundo lugar, pelo seu poderio militar nos diferentes rankings.

Por outro lado, a força de um exército se pode verificar apenas em ação. Mas a China sucessivamente tem evitado situações tensas e a confrontação direta. Como resultado, na mídia apareceu uma "psicanálise política" caseira sobre um alegado trauma psicológico chinês, causado por numerosos fracassos militares no passado do país.

Na esfera da economia e política global não há dúvidas quanto ao poderio da China. Porém, um país não pode se considerar como superpotência se não funcionam suas ferramentas militares. Mais cedo ou mais tarde, absolutamente todos os países com ambições sérias recorrem à força militar. Pequim arrisca permanecer em papeis de segundo plano no palco internacional se evitar qualquer confrontação militar.

A confirmação dessa versão pode ser vista no mar do Sul da China, onde há muito tempo que os militares americanos têm desafiado a parte chinesa.

Algumas zonas no mar do Sul da China e no mar da China Oriental são disputadas por países como a China, Filipinas, Japão e Vietnã. Pequim pretende ter a posição dominante na região e constrói ilhas artificiais, ampliando à conta disso suas águas territoriais.

Os EUA não estão contentes e consideram que essas ações chinesas minam sua hegemonia na região. Então, os navios de guerra americanos se aproximam das ilhas disputadas, mas a China apenas expressa protestos oficiais e exige o fim das provocações.

Não é de admirar que tal posição chinesa começasse a ser percebida como um sinal de fraqueza e que surgissem dúvidas quanto às capacidades reais do exército chinês.

Por isso, o fato de que o navio chinês literalmente "empurrou" um destróier dos EUA para fora das águas disputadas é muito importante. Ele demostrou que Pequim abandonou a sua prática passiva de se limitar a protestos oficiais e evitar conflitos. A China começou a mostrar mais dureza e prontidão para usar a força na defesa de seus interesses.

O incidente indica que anteriormente a China se continha não por causa da ausência de vontade política perante a confrontação militar, mas, provavelmente, por causa da atitude tradicional chinesa, preferindo uma preparação minuciosa antes de se meter na briga.

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