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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

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Após 'ameaça russa', OTAN vai realizar exercícios cibernéticos, afirma Stoltenberg

As nações da OTAN planejam realizar exercícios para testar suas capacidades cibernéticas, parte integrante de qualquer operação militar moderna, disse o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, nesta quarta-feira, sem fornecer mais detalhes.


Sputnik

"O cyber [ciberespaço] é parte integrante de qualquer operação militar hoje. E, é claro, vamos exercitar o cyber — exatamente que tipo de capacidade cibernética vamos exercitar, acho que não vou entrar nisso agora", declarou Stoltenberg em uma coletiva.


OTAN declara espaço cibernético como domínio operacional de guerra
© Foto : Pixabay

Ele também lembrou que a OTAN havia "decidido integrar o que chamamos de efeitos cibernéticos nacionais — também é chamado de cyber ofensivo — em missões e operações" da aliança.

"É claro que usaremos esses efeitos cibernéticos nacionais em conformidade com o direito internacional, mas também precisamos dessas capacidades no ambiente de segurança moderno e mais exigente", destacou Stoltenberg.

Na Cúpula de Bruxelas de julho de 2018, os líderes da OTAN concordaram em criar um Centro de Operações do Ciberespaço como parte da estrutura de comando fortalecida da OTAN. Eles também concordaram em integrar as capacidades cibernéticas nacionais nas missões e operações da OTAN.

Em 17 de setembro, Stoltenberg afirmou em uma entrevista ao portal de notícias Axios que o bloco poderia invocar o artigo 5º sobre defesa coletiva no caso de um ataque cibernético realizado pela Rússia.

As declarações foram feitas depois que Londres e Amsterdã alegaram que a inteligência militar russa havia tentado realizar ataques a instituições políticas e meios de comunicação no Reino Unido e na Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), de Haia. A Rússia refutou fortemente as alegações e acusou o Ocidente de uma espantosa mania de espionagem.

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