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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Ataques atingem região próxima às tropas americanas na Síria, diz Teerã

Anteriormente nesta semana, o Irã lançou sete drones e seis mísseis balísticos de precisão contra diversos alvos terroristas na Síria, mais precisamente, na região de Abu Kamal.


Sputnik

O ataque teria sido uma retaliação pelo ataque ocorrido em 22 de setembro na cidade de Ahvaz e que deixou 25 pessoas mortas.

Lançamento de mísseis iranianos desde a cidade Kermanshah contra terroristas na margem leste do rio Eufrates na Síria, 1º de outubro de 2018
Lançamento de mísseis iranianos contra terroristas na Síria © AP Photo / Sepahnews

Segundo o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Shamkhani, o ataque contra os militantes na Síria atingiu um alvo pouco distante das tropas americanas, enfatizando ele à agência de notícias Tasnim que "[…] nossas forças aeroespaciais enviaram a vocês [americanos] um importante sinal quando eles dispararam mísseis contra instalações a 5 km de vocês [americanos]". Além disso, ele questionou o porquê da presença das tropas americanas que estavam posicionadas a 5 km dos militantes do Daesh.

Já o comandante do Exército do Irã, major-general Abdolrahim Moussavi, disse à agência de notícias Fars que o Irã "[…] atacará de maneira mais intensa e dura em resposta a qualquer ataque efetuado pelos inimigos" e que o país pode atacar a qualquer momento e em qualquer lugar.

Recentemente foi efetuado um ataque terrorista durante uma parada militar em Ahvaz. Na ocasião os militantes abriram fogo, matando ao menos 25 pessoas e ferindo outras 60. Três dos atacantes foram mortos no local pelas forças de segurança iranianas, já um quarto morreu mais tarde de ferimentos.

Na sequência dos ataques, o general do Exército do Irã ainda declarou que "Teerã fará seus inimigos lamentarem suas ações".

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