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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Atuação das Forças Armadas contribui no combate às desigualdades na Amazônia

Com 22,5 mil alunos distribuídos por 15 câmpus no estado do Amazonas, o Instituto Federal de Educação do Amazonas (Ifam), conta com o apoio das Forças Armadas para cumprir a missão de levar conhecimento às localidades longínquas da região.


Margareth Lourenço, com informações do MCTIC | DefesaNet

Para falar do papel das três Forças no combate às desigualdades na Amazônia, o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, foi o palestrante na abertura da 15ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, ocorrida na tarde da segunda-feira (15), na sede do campus Manaus - Distrito Industrial.


Foto: Tereza Sobreira

Cuidar dos brasileiros e manter a unidade territorial do país fazem parte da missão das Forças Armadas brasileiras. Nessas tarefas, são empregados 347 mil mulheres e homens em todo o território nacional, destacou o palestrante.

O ministro falou sobre a atuação dos militares na região ao longo das décadas passadas até os dias atuais. Lembrou da implantação de rodovias, bem como o desenvolvimento de projetos para garantir a cidadania da população. Ele citou iniciativas como o Projeto Rondon, “que transforma universitários em cidadãos comprometidos”, reforçou.

Silva e Luna disse que a iniciativa contribui para conscientizar o estudante sobre a atuação do curso que em que está se preparando e contou que muitos voltam para se fixar na região onde atuaram no projeto.

Entre o leque de iniciativas, o dirigente da pasta detalhou algumas como os sistemas de proteção e monitoramento existentes na região. Falou também do Programa Amazônia Conectada, que integra comunidades isoladas por cabo de fibra óptica.

Ele enfatizou que a partir do conhecimento dos militares em diferentes áreas é possível atuar para contribuir na redução das desigualdades. Silva e Luna enfatizou o que considera ser a principal atuação dos militares: “despertar valores na sociedade”.

O ministro considerou que a região amazônica é, sem sobra de dúvida, a área mais rica do nosso país, mas necessita de aprofundamento de projetos que levem em consideração o desenvolvimento sustentável.

Responsável pela coordenação do evento, o professor Juan Ramos destacou que “conta com a parceria das Forças Armadas em projetos desenvolvidos pela instituição de ensino”. Com o tema “Ciência para Redução das Desigualdades”, o evento em Manaus prossegue até sexta-feira (19).

Os participantes da Semana de Ciência e Tecnologia vão debater sobre a contribuição das ciências sociais e humanas na redução das desigualdades no Brasil.

A escolha do tema baseia-se no 10° objetivo de desenvolvimento social, entre os 17 propostos pela Agenda 2030, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU). Realizado nacionalmente desde 2004, o evento é coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Em Brasília, as atividades tiveram início nesta terça-feira e contam com a colaboração de empresas e órgãos públicos, escolas, fundações de apoio, institutos de pesquisa, museus, universidades e secretarias estaduais e municipais.

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