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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Bases militares russo-bielorrussas seriam criadas em resposta a planos dos EUA e Polônia?

A Rússia e Bielorrússia poderiam dar passos conjuntos em resposta aos planos da Polônia e dos EUA de posicionar uma base militar permanente cerca das fronteiras da União de Estados (da Rússia e Bielorrússia), declarou à Sputnik o especialista bielorrusso Pyotr Petrovsky.


Sputnik

No domingo (21), em entrevista a uma televisão bielorrussa, o embaixador da Rússia no país, Mikhail Babich, afirmou que qualquer agressão ao território bielorrusso será considerada uma agressão direta à própria Rússia.


Helicóptero Mi-8 da Força Aérea da Bielorrússia durante os preparativos para as manobras Zapad 2017
Mil Mi-8 da Força Aérea da Bielorrússia © Sputnik / Viktor Tolochko

Pyotr Petrovsky opina que a declaração de Babich pode ser considerada como uma confirmação de que a Rússia está pronta a cumprir suas obrigações no âmbito da União de Estados.

"Nós podemos falar que hoje já estão sendo elaboradas as possíveis medidas de resposta que contribuirão para manutenção da paridade político-militar das forças na região e para o impedimento do domínio de uma só força político-militar", comunicou Pyotr Petrovsky.

Segundo ele, isso "poderia ser um aumento da presença militar da Bielorrússia ao longo da fronteira polonesa-bielorrussa, bem como a criação de bases militares conjuntas russo- bielorrussas", o que não traria vantagens à iniciativa estratégica dos países da OTAN, particularmente, da Polônia e dos EUA.

O analista crê que as ações da Polônia e dos EUA "alteram completamente o equilíbrio das forças na região". Varsóvia e seu aliado de fato estão desencadeando uma corrida armamentista, militarizando o Leste da Europa e alterando o balanço de forças em direções estratégicas, antes de mais entre a Bielorrússia e a região de Kaliningrado.

Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou após reunir-se com o presidente da Polônia, Andrzej Duda, que seu governo considera o estabelecimento de uma base militar permanente em território polonês e que Varsóvia está disposta a pagar "bilhões de dólares" por essa instalação.

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