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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

Bases militares russo-bielorrussas seriam criadas em resposta a planos dos EUA e Polônia?

A Rússia e Bielorrússia poderiam dar passos conjuntos em resposta aos planos da Polônia e dos EUA de posicionar uma base militar permanente cerca das fronteiras da União de Estados (da Rússia e Bielorrússia), declarou à Sputnik o especialista bielorrusso Pyotr Petrovsky.


Sputnik

No domingo (21), em entrevista a uma televisão bielorrussa, o embaixador da Rússia no país, Mikhail Babich, afirmou que qualquer agressão ao território bielorrusso será considerada uma agressão direta à própria Rússia.


Helicóptero Mi-8 da Força Aérea da Bielorrússia durante os preparativos para as manobras Zapad 2017
Mil Mi-8 da Força Aérea da Bielorrússia © Sputnik / Viktor Tolochko

Pyotr Petrovsky opina que a declaração de Babich pode ser considerada como uma confirmação de que a Rússia está pronta a cumprir suas obrigações no âmbito da União de Estados.

"Nós podemos falar que hoje já estão sendo elaboradas as possíveis medidas de resposta que contribuirão para manutenção da paridade político-militar das forças na região e para o impedimento do domínio de uma só força político-militar", comunicou Pyotr Petrovsky.

Segundo ele, isso "poderia ser um aumento da presença militar da Bielorrússia ao longo da fronteira polonesa-bielorrussa, bem como a criação de bases militares conjuntas russo- bielorrussas", o que não traria vantagens à iniciativa estratégica dos países da OTAN, particularmente, da Polônia e dos EUA.

O analista crê que as ações da Polônia e dos EUA "alteram completamente o equilíbrio das forças na região". Varsóvia e seu aliado de fato estão desencadeando uma corrida armamentista, militarizando o Leste da Europa e alterando o balanço de forças em direções estratégicas, antes de mais entre a Bielorrússia e a região de Kaliningrado.

Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou após reunir-se com o presidente da Polônia, Andrzej Duda, que seu governo considera o estabelecimento de uma base militar permanente em território polonês e que Varsóvia está disposta a pagar "bilhões de dólares" por essa instalação.

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