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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Bélgica justifica por que escolheu caças americanos F-35

O primeiro-ministro da Bélgica explicou que decidiram comprar os caças F-35 Lightning II para reequipar a sua Força Aérea visto a proposta dos EUA ser melhor do ponto de vista comercial.


Sputnik

Vários meios de comunicação franceses descreveram como "traição" o fato de a Bélgica ter preterido a opção "europeia".


Caça F-35
F-35 Lightning II | CC0

"O F-35 aparece como a melhor relação qualidade-preço. A oferta do F-35 foi a mais interessante. Eu teria ficado feliz se os franceses tivessem feito uma oferta, mas até hoje eu ainda não sei qual é o preço do avião francês. Quando compro um carro, antes de assinar o formulário de encomenda, quero saber qual é o preço", disse Charles Michel à rádio RTBF.

Segundo o primeiro-ministro, a escolha das autoridades belgas foi completamente transparente e economicamente justificável, portanto não faz sentido vê-la como uma concessão ao presidente dos EUA, Donald Trump.

O consórcio norte-americano Lockheed Martin (fabricante dos F-35 Lightning II) e o consórcio britânico BAE Systems (caças Eurofighter Typhoon) foram em fevereiro de 2018 os únicos concorrentes na licitação para reequipamento da Força Aérea belga com caças-bombardeiros de nova geração.

Segundo o Ministério da Defesa da Bélgica, o custo de um F-35, capaz de transportar armas nucleares, chega a 76,3 milhões de euros, incluindo os armamentos e treinamento de pilotos. Assim, o valor total da fatura a pagar pelo Estado belga será de 2,5 bilhões de euros, contra os 3,6 bilhões planejados. Como resultado, a Bélgica pagará menos pelos caças americanos do que a Holanda e a Itália, disse o ministro da Defesa.

De acordo com a mídia local, o governo da Bélgica planeja alocar um total de 15 bilhões de euros para a compra e manutenção de novos caças-bombardeiros nas próximas quatro décadas.

O vice-prefeito da comuna belga de Ottignies-Louvain-la-Neuve, o economista Cédric du Monceau, declarou que a decisão do governo belga de optar por comprar caças F-35 Lightning II dos EUA é desfavorável tanto para a economia da Bélgica quanto para a economia da União Europeia em geral.

Está previsto que a assinatura do contrato de fornecimento dos F-35 seja concluída até o início de 2019. Até 2028, todas as aeronaves F-16 deverão ser desativadas.

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