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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Caças F-22 Raptor são danificados pelo furacão Michael na Flórida

As mudanças climáticas fizeram o que décadas de guerra não conseguiram: destruir e danificar os caças F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA


Poder Aéreo

A Base Aérea Tyndall da Força Aérea dos EUA na Flórida sofreu um impacto direto do furacão Michael. Muitos de seus caças stealth F-22 Raptor ultra-avançados foram pegos no solo.

F-22 Raptor dentro de um hangar destruído pelo furacão Michael
Caça F-22 Raptor dentro de um hangar destruído pelo furacão Michael

Exatamente quantos dos US$ 475 milhões foram danificados ou destruídos pelo furacão Michael ainda não foi revelado.

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) só pode comprar 187 exemplares operacionais do caça furtivo de 5ª geração. Agora, esse número pode ter sido reduzido significativamente.

As autoridades dos EUA ainda não confirmam ou negam os detalhes.

O procedimento padrão é que todos os jatos de combate e suporte voem para portos seguros antes de uma tempestade tão intensa. Mas nem todos conseguem voar.

Aeronaves complicadas, como o F-22, devem passar grande parte do tempo em hangares, tendo seus equipamentos e estrutura sendo mantidos e consertados.

Então, quando o furacão Michael atingiu a costa da Flórida, perto da Base da Força Aérea de Tyndall, na quinta-feira, um número não especificado da frota de 55 caças Raptor ainda estava na base.

Quantidade incerta

Quase todo o pessoal havia sido saído de Tyndall antes que o furacão de categoria 4 cruzasse a costa. Autoridades da Força Aérea admitem que equipes de avaliação retornando encontraram “danos catastróficos generalizados”.

Dos 55 Raptors ali baseados, 33 procuraram refúgio na Base da Força Aérea Wright-Patterson, em Ohio.

Isso deixa 22 dos aviões de guerra de 475 milhões não contabilizados.

Informes não confirmados sugerem que pelo menos seis aviões – e possivelmente muitos mais – foram forçados a procurar abrigo nos hangares “à prova de furacões” da base aérea para resistir à tempestade que se aproximava.

Mas Tyndall levou um golpe direto.

Marco zero

Fotos que emergem da costa oeste da Flórida mostram que a base da força aérea foi destruída pelo vento de 210 km/h do furacão.

Entre os escombros, imagens que circulam nas mídias sociais mostram pelo menos dois exemplares das linhas angulares distintas do F-22 Raptor, situadas entre os hangares.

Rainha de hangar

Enquanto o F-22 Raptor é o orgulho da frota de caça dos EUA, ele tem uma reputação de ser frágil e mimado. Avaliações recentes da USAF constataram que apenas 49% da frota de 187 aviões (agora possivelmente muito menos) estava pronta para voar a qualquer momento.

Esse é o menor valor de disponibilidade de todas as aeronaves de combate dos EUA.

A produção do F-22, que é o jato de combate mais avançado do mundo, cessou em 2010. A linha de produção da aeronave de 5ª geração já foi desmembrada e peças foram reutilizadas para o F-35.

Um estudo realizado no ano passado estimou que o restabelecimento da linha de produção custaria mais de US$ 15 bilhões e levaria sete anos para construir um novo lote de 194 Raptors.

FONTE: news.com.au

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