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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Chanceler: Síria abateu mais de um terço dos mísseis lançados por Israel em 17 de setembro

O chefe da diplomacia síria, Walid Muallem, afirmou nesta terça-feira (2) que os sistemas de defesa antiaérea do país abateram mais de um terço dos mísseis lançados por Israel contra o país em 17 de setembro, comunicou o canal Al-Mayadeen.


Sputnik

"Os sistemas de defesa antiaérea da Síria repeliram com sucesso o ataque de mísseis israelense e derrubaram mais de um terço destes", disse Muallem, citado pelo canal libanês.

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Ação da defesa antiaérea síria | Reprodução

Segundo o ministro, o ataque da aviação de Israel teve por objetivo prolongar o conflito na Síria para neutralizar o sucesso de Damasco e seus aliados na libertação do país do terrorismo.

A Força Aérea de Israel lançou em 17 de setembro um ataque contra instalações sírias em Latakia.

O ataque resultou na derrubada do avião russo Il-20, com 15 militares, a bordo que estava naquele momento voltando para a base de Hmeymim.

O Ministério da Defesa russo acredita que os pilotos israelenses usaram o avião russo como cobertura, deixando-o sujeito ao fogo das baterias antiaéreas sírias.

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