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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Chegou o tempo de 'responder' a abusos da China, afirma Casa Branca

Os EUA não permitirão ameaças a seus militares da parte da China relativamente à passagem de navios da Marinha norte-americana pelo mar do Sul da China, declarou o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, em entrevista à Salem Radio Network.


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"Nós não permitiremos ameaças a militares norte-americanos. Temos a intenção de manter as vias marítimas internacionais abertas. É o que os chineses devem entender", disse Bolton na entrevista, o texto da qual está no site da rádio.


Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton
John Bolton © Sputnik / Aleksei Vitvitsky

Ele sublinhou que a China há muito tempo que tem "abusado da ordem internacional", porém, agora para os EUA chegou o momento de "responder". Segundo as palavras do conselheiro, o Reino Unido e a Austrália tornaram mais frequentes suas passagens pelo mar do Sul da China, enquanto os EUA pensam em explorar recursos naturais nesta região, independentemente da cooperação com a China.

"Não é uma província chinesa e nunca será", acrescentou Bolton.

A China, assim como outros países da região (o Japão, o Vietnã e as Filipinas) tem algumas disputas quanto às fronteiras marítimas e zonas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Para a China, as Filipinas e o Vietnã utilizam propositadamente o apoio dos EUA para escalar a tensão na região. Washington, por sua parte, afirma que Pequim está construindo ilhas artificiais, transformando-as em estruturas militares e ampliando assim as suas águas territoriais. A China nega as acusações.

Apesar dos protestos da China, os EUA declaram que vão navegar em todo o lado em que isso é permitido pelo direito internacional, dando a entender que não reconhecem a soberania da China sob as zonas disputadas.

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