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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

China cancela reunião com o secretário de Defesa dos EUA

Os meses de disputas diplomáticas e econômicas entre Pequim e Washington não deram sinais de melhora. Autoridades chinesas teriam cancelado reunião com o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, esfriando as esperanças de normalização das relações entre as duas maiores potências econômicas do mundo.


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De acordo com um artigo do The New York Times citando um funcionário militar anônimo, a China cancelou conversas diplomáticas e de segurança em Pequim com o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, previstas para meados de outubro porque um oficial militar sênior não estaria disponível para se encontrar com ele. O lado chinês havia elogiado anteriormente o encontro como uma oportunidade para que as relações entre os países se normalizassem.

O secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis e o ministro da Defesa da China, Wei Fenghe juntos durante uma cerimônia de boas-vindas no Edifício Bayi, em Pequim.
James Mattis e o Ministro da Defesa da China Wei Fenghe © AP Photo / Mark Schiefelbein

Separadamente, o jornal informou que o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, deve usar da palavra nesta semana, concentrando-se nas preocupações da Casa Branca com as políticas da China. Ainda na semana passada, um porta-voz do Ministério da Defesa da China acusou os EUA de realizar voos “provocativos” sobre o Mar do Sul da China, exacerbando assim uma briga militar entre as duas nações.

A questão comercial também permaneceu motivo de discórdia nas relações bilaterais, sobretudo após a imposição de US$200 bi em tarifas a produtos manufaturados chineses impostas por Trump. Em resposta, a China impôs tarifas recíprocas no valor de dezenas de bilhões de dólares.

Washington também impôs limites a uma empresa militar estatal chinesa para a compra de armas da Rússia e iniciou vendas de cerca de US$ 330 milhões em equipamentos militares para Taiwan, interpretado por Pequim como desrespeito à política de "Uma Só China". A China emitiu uma nota de protesto contra o movimento.

Na semana passada, Trump afirmou em um encontro do Conselho de Segurança da ONU em Nova York que a China estava interferindo nas eleições legislativas de 2018, visando intencionalmente prejudicar candidatos republicanos. A China respondeu afirmando que "não quis e não vai interferir nos assuntos domésticos de qualquer país".

De acordo com a fonte ouvida, não está claro se foram os episódios da semana passada que provocaram a decisão chinesa de abandonar a reunião planejada.

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