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Expansão da OTAN na Europa é uma 'relíquia da Guerra Fria', diz Putin

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista à imprensa sérvia publicada nesta quarta-feira (horário local) que a Rússia não quer uma nova corrida armamentista.
Sputnik

"Não vamos fechar os olhos ao desdobramento de mísseis de cruzeiro dos EUA [na Europa] e sua ameaça direta à nossa segurança. Teremos que tomar medidas eficazes de retaliação. Mas como país responsável e sensato, a Rússia não está interessada em uma nova corrida armamentista", afirmou.


Segundo o presidente russo, Moscou enviou em dezembro a Washington algumas propostas sobre a manutenção do Tratado INF. Além disso, Putin destacou que a Rússia está pronta para um diálogo sério com os Estados Unidos sobre toda a agenda estratégica.

No entanto, os Estados Unidos parecem ter uma política de "desmantelamento" em relação ao controle global de armas, acrescentou o presidente russo.

Durante a entrevista aos meios de comunicação sérvios, Putin também instou os parceiros ocidentais a estabelecer um …

Coalizão dos EUA mata 32 civis na Síria, segundo monitor

Ataques aéreos realizados pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos mataram ao menos 32 civis ao longo das últimas 24 horas na Síria, segundo um balanço divulgado nesta sexta-feira.


Sputnik

De acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), pelo menos 18 civis teriam sido mortos em consequência de bombardeios realizados na vila de Al-Susah na noite passada, incluindo sete crianças. Hoje, outros 14 civis teriam sido assassinados na mesma localidade. 


Ataque da coalizão liderada pelos EUA na Síria (arquivo)
Ataque da coalizão dos EUA na Síria © AP Photo / Maya Alleruzzo

Além dos civis, o OSDH relata a morte de outras oito pessoas na região nesta sexta-feira, sendo três supostos terroristas e cinco vítimas ainda não identificadas. Ontem, foram registradas outras seis mortes além dos civis já mencionados.

Desde o segundo semestre de 2014, os EUA lideram uma coalizão composta por dezenas de países contra o Daesh, o autoproclamado Estado Islâmico, no Iraque e na Síria. As ações dessa coalizão no território sírio, no entanto, ocorrem sem a aprovação do governo local ou do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tornando-as ilegais do ponto de vista do direito internacional, segundo Damasco.

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