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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Coreias e ONU iniciam conversações sobre desarmamento na fronteira

Reunião aconteceu em Panmunjom, que fica na Zona de Segurança Conjunta localizada entre os dois países.


France Presse

As duas Coreias e o Comando das Nações Unidas (UNC), que é liderado pelos Estados Unidos, iniciaram conversações nesta terça-feira (16) sobre a desmilitarização de parte da fronteira que divide a península, em um contexto de aproximação entre os dois países.

Comando das Nações Unidas liderado pelos EUA, sul-coreanos e norte-coreanos e oficiais militares participam de uma reunião no lado sul de Panmunjom, na Zona Desmilitarizada, nesta terça (16) — Foto: Ministério da Defesa da Coreia do Sul via AP
Comando das Nações Unidas liderado pelos EUA, sul-coreanos e norte-coreanos e oficiais militares participam de uma reunião no lado sul de Panmunjom, na Zona Desmilitarizada, nesta terça (16) — Foto: Ministério da Defesa da Coreia do Sul via AP

A primeira reunião entre o Sul, o Norte e o UNC sobre o desarmamento da Zona de Segurança Conjunta (ZSC) aconteceu nesta terça-feira em Panmunjom, informou o ministério sul-coreano da Defesa.

A ZSC de Panmunjom, localidade fronteiriça onde foi assinada a trégua da guerra da Coreia (1950-1953), é a única faixa da fronteira intercoreana, de 250 km de comprimento, na qual as tropas dos dois países têm posições de frente para o outro lado.

A zona foi considerada um espaço neutro até um incidente de assassinato em 1976, quando dois soldados americanos que acompanhavam operários responsáveis por derrubar uma árvore na Zona Desmilitarizada (DMZ) foram mortos por militares norte-coreanos.

As duas Coreias, que seguem tecnicamente em guerra, já que até hoje não foi assinado um tratado de paz oficial, concordaram em adotar medidas para reduzir a tensão militar na fronteira durante a reunião de cúpula entre o dirigente norte-coreano, Kim Jong-un, e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, no mês passado em Pyongyang.

As duas partes começaram a retirar minas da ZSC, onde acontecem com frequência as reuniões entre os dois países.

O presidente sul-coreano é um firme defensor do diálogo com a Coreia do Norte, país submetido a sanções da ONU por seus programas nuclear e balístico.

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