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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Defesa russa expõe morte maciça por armas biológicas em experimentos do Pentágono

Os EUA difundiram um grande programa biológico-militar nos territórios dos países contíguos à Rússia, comunicou nesta quinta-feira (4), em briefing no Ministério da Defesa russo, o comandante das Forças de Proteção Nuclear, Biológica e Química, major-general Igor Kirillov.


Sputnik

De acordo com ele, especialistas do ministério analisaram materiais publicados pelo ex-ministro de Segurança Pública da Geórgia, Igor Giorgadze, sobre a atividade dos EUA no Centro de Saúde Pública Richard Lugar, situado no povoado georgiano Alekseevka.

Especialistas em armas químicas e biológicas
© AFP 2018/ Daniel PIRIS

"O Centro de [Saúde Pública Richard] lugar é apenas um pequeno elemento do grande programa biológico-militar dos EUA. A operação ativa está difundida no território dos países contíguos à Rússia, onde também funcionam laboratórios controlados pelo Pentágono. A reconstrução dos prédios laboratoriais continua em curso no território da Ucrânia, Azerbaijão e Uzbequistão", assinalou.

Kirilov apontou que os EUA vêm afirmando que não estão elaborando armas biológicas no Centro de Saúde Pública Richard Lugar.

"No entanto, os documentos apresentados por Igor Giorgadze desmentem as declarações norte-americanas e confirmam as preocupações em relação à atividade ilegal dos EUA no território da Geórgia, inclusive tentando contornar vários termos da Convenção sobre as Armas Biológicas", reforçou.

Igor Kirillov trouxe à tona também relatórios sobre uso de cidadãos georgianos para testar remédio Sovaldi, da empresa norte-americana Gilead Sciences.

"Conforme os documentos apresentados, os testes resultaram na morte maciça de pacientes. E mesmo com a morte de 24 pessoas somente em dezembro de 2015, os testes clínicos continuaram sendo realizados, o que contradiz os padrões internacionais e a vontade dos pacientes, levando à morte de mais 49 pessoas", indicou.

De acordo com o comandante, nem mesmo em épocas de forte epidemia não morreu tanta gente assim nos hospitais.

Kirillov concluiu que muito provavelmente "os EUA efetuam tais atividades contornando acordos internacionais", e continuam elaborando às escondidas seu potencial biológico-militar.

"Isso se encaixa na concepção de guerra sem contato realizada pelos EUA. É demonstrada a possibilidade de equipamento de cápsulas com substâncias venenosas, radioativas, narcóticas, bem como com agentes infecciosos. Estas munições não fazem parte das armas convencionais de guerra humanitária", ressaltou.

Anteriormente, o ex-ministro de Segurança Pública da Geórgia, Igor Giorgadze, no decorrer de uma coletiva de imprensa em Moscou, afirmou que apelou para que o presidente dos EUA, Donald Trump, investigasse a atividade do centro Richard Lugar onde, de acordo com ele, estariam sendo realizados testes letais em pessoas. Giorgadze citou a morte de 30 pessoas, que teriam falecido em dezembro de 2015 ao serem tratadas com hepatite C no referido laboratório.

Além disso, segundo ele, em abril e agosto de 2016, morreram, respectivamente, 30 e 13 pessoas, que tiveram como motivo de morte escrito "desconhecido" em suas declarações de óbito. Nem mesmo os nomes dos mortos foram indicados, somente data de nascimento e sexo.

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