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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Depois de mísseis e drones bombardeando, Irã avisa aos terroristas na Síria: haverá mais

O chefe do Estado-Maior do Irã, major-general Mohammad Bagheri, após o ataque dos militares iranianos na Síria contra as posições dos organizadores do ataque terrorista na cidade iraniana de Ahvaz prometeu a terroristas uma "retaliação" posterior.


Sputnik

Surgiram notícias que os militares iranianos lançaram mísseis balísticos contra os organizadores do ataque terrorista em Ahvaz e contra instalações terroristas na margem oriental do rio Eufrates, na Síria.

Lançamento de míssil realizado pelo Irã, foto de arquivo
Lançamento de míssil iraniano © AFP 2018 / AMIN KHOROSHAHI / ISNA

Durante a operação, seis mísseis balísticos de médio alcance foram lançados de uma base aérea iraniana no oeste do país, e os "mercenários e criminosos" terroristas foram acertados em cheio a 570 quilômetros de distância, de acordo com declaração oficial iraniana.

Posteriormente, sete drones de combate bombardearam posições e refúgios usados para acomodar e apoiar terroristas.

"A primeira fase de retaliação pelo ataque a Ahvaz foi concluída; vão ter outras fases", declarou o chefe do Estado-Maior iraniano, citado pela agência Tasnim.

No dia 22 de setembro, atiradores desconhecidos abriram fogo contra um desfile militar na cidade iraniana de Ahvaz, assassinado 28 pessoas e deixando mais de 60 feridas.

A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, acusou os países da região "apoiados pelos EUA" de serem responsáveis pelo ataque terrorista na cidade de Ahvaz.

O chanceler iraniano, Javad Zarif, também acusou os "patrocinadores regionais do terrorismo e seus senhores norte-americanos" de terem organizado o ataque.

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