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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Deputado ucraniano diz por que país não será capaz de construir cruzador de mísseis

O secretário do Comitê de Defesa e Segurança Nacional da Suprema Rada, Ivan Vinnik, revelou por que o país não pode terminar a construção do seu próprio cruzador de mísseis.


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"Infelizmente, não posso aconselhar nenhuma solução positiva, pois na realidade as Forças Armadas da Ucrânia não podem se dar ao luxo de ter um navio de classe tão elevada do ponto de vista do preço, de terminar sua montagem e usá-lo plenamente", disse ele em uma entrevista a uma edição ucraniana.

Cruzador de mísseis Ukrayina no Estaleiro Naval de Nikolaev, Ucrânia
Cruzador de mísseis Ukrayina no Estaleiro Naval Nikolaev, Ucrânia © Sputnik / Sergei Mamontov

De acordo com ele, a construção do cruzador poderia "aumentar significativamente as capacidades" da Ucrânia no mar Negro. Entretanto, reconheceu que, mesmo caso receba os recursos necessários, o país não poderá garantir seu equipamento, pois não dispõe dos necessários sistemas de defesa antiaérea, de monitoramento, controle de fogo e defesa antimíssil.

O político relembrou que, inicialmente, o projeto foi elaborado em parceria entre Kiev e Moscou.

A construção desse navio, o 4º do projeto 1164 Atlant, começou em 1984 em Nikolaev, ainda no tempo da URSS. Passados seis anos, ele estava pronto em 75%, enquanto em 1993 passou a ser propriedade da Ucrânia.

Em 1998, as autoridades tentaram concluir a construção, mas se depararam com escassez de recursos. Depois, se discutiu a possibilidade de vender o navio para a Rússia. Já em 2013, a parte ucraniana propôs finalizar a construção do navio a o equipar na sequência em empresas russas, mas não conseguiu chegar a acordo com Moscou.

Em março de 2017, Pyotr Poroshenko assinou um decreto sobre a utilização do cruzador para fins civis.

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