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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Diplomata russo sobre saída de Washington do INF: 'EUA estão preparando uma guerra'

A Rússia está pronta para se defender a si mesma e seus interesses, ao contrário dos EUA, que estão preparando uma guerra, afirmou Andrei Belousov, vice-chefe do Departamento de Questões de não Proliferação e Controle de Armamentos do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.


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O diplomata falava na reunião do Primeiro Comitê da Assembleia Geral da ONU, que está estudando as questões do desarmamento e os assuntos da segurança internacional.


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Andrei Belousov, vice-chefe do Departamento de Questões de não Proliferação e Controle de Armamentos do Ministério das Relações Exteriores da Rússia

"Aqui recentemente, na reunião [do comitê], os EUA vieram afirmar que a Rússia está se preparando para uma guerra. Sim, a Rússia está se preparando para uma guerra, eu confirmo. Sim, estamos nos preparando para defender a nossa Pátria, a nossa integridade territorial, nossos princípios, nosso povo. Estamos nos preparando para tal guerra", assinalou Belousov.

"Mas temos várias diferenças em relação aos EUA. Em termos linguísticos, essa diferença constitui somente uma palavra, na língua russa e inglesa: a Federação da Rússia está se preparando para uma guerra, e os EUA estão preparando uma guerra", assinalou Belousov, depois de o comitê ter votado contra o projeto russo de resolução sobre o Tratado INF.

"Se não, por que é que os EUA precisam sair do tratado, incrementar seu potencial nuclear, adotar uma nova doutrina nuclear, que diminui o nível de utilização das armas nucelares? É uma questão para todos nós", ressaltou o diplomata.

O Tratado INF, assinado por Washington e Moscou em 1987, não tem data de expiração e proíbe as partes de ter mísseis balísticos terrestres ou mísseis de cruzeiro com um alcance entre 500 e 5.500 quilômetros.

Em 20 de outubro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que seu país abandonaria o Tratado INF, alegando supostas violações do acordo pela Rússia.

Mais tarde, o presidente estadunidense acrescentou que os EUA aumentarão suas capacidades nucleares até que os outros países, como a Rússia e a China, "retomem a razão".

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