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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Diplomata russo sobre saída de Washington do INF: 'EUA estão preparando uma guerra'

A Rússia está pronta para se defender a si mesma e seus interesses, ao contrário dos EUA, que estão preparando uma guerra, afirmou Andrei Belousov, vice-chefe do Departamento de Questões de não Proliferação e Controle de Armamentos do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.


Sputnik

O diplomata falava na reunião do Primeiro Comitê da Assembleia Geral da ONU, que está estudando as questões do desarmamento e os assuntos da segurança internacional.


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Andrei Belousov, vice-chefe do Departamento de Questões de não Proliferação e Controle de Armamentos do Ministério das Relações Exteriores da Rússia

"Aqui recentemente, na reunião [do comitê], os EUA vieram afirmar que a Rússia está se preparando para uma guerra. Sim, a Rússia está se preparando para uma guerra, eu confirmo. Sim, estamos nos preparando para defender a nossa Pátria, a nossa integridade territorial, nossos princípios, nosso povo. Estamos nos preparando para tal guerra", assinalou Belousov.

"Mas temos várias diferenças em relação aos EUA. Em termos linguísticos, essa diferença constitui somente uma palavra, na língua russa e inglesa: a Federação da Rússia está se preparando para uma guerra, e os EUA estão preparando uma guerra", assinalou Belousov, depois de o comitê ter votado contra o projeto russo de resolução sobre o Tratado INF.

"Se não, por que é que os EUA precisam sair do tratado, incrementar seu potencial nuclear, adotar uma nova doutrina nuclear, que diminui o nível de utilização das armas nucelares? É uma questão para todos nós", ressaltou o diplomata.

O Tratado INF, assinado por Washington e Moscou em 1987, não tem data de expiração e proíbe as partes de ter mísseis balísticos terrestres ou mísseis de cruzeiro com um alcance entre 500 e 5.500 quilômetros.

Em 20 de outubro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que seu país abandonaria o Tratado INF, alegando supostas violações do acordo pela Rússia.

Mais tarde, o presidente estadunidense acrescentou que os EUA aumentarão suas capacidades nucleares até que os outros países, como a Rússia e a China, "retomem a razão".

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