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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Donetsk não exclui agressão por parte da Ucrânia, mas afirma estar pronta para repeli-la

O líder interino da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), Denis Pushilin, disse que a RPD está pronta para repelir uma possível agressão da Ucrânia, que no momento atual não pode ser excluída.


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"Estamos prontos para repelir uma possível agressão. Neste momento, infelizmente, isso não está excluído da parte da Ucrânia. Também estamos prontos para dar outros passos, diferentes passos. Para isso é necessário que haja conveniência política, o que agora não existe", disse ele na quarta-feira em uma entrevista para o canal de TV Rossiya 24.


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Denis Pushilin | Reprodução

De acordo com Pushilin, ele está tranquilo quanto ao estado do equipamento militar, ao número de pessoal e a seu nível de treinamento.

"Atualmente nós, por um lado, precisamos de um exército eficiente e ele tem demonstrado isso na linha de frente… Não temos mais milícias dispersas, mas sim um exército pleno, com todos os seus atributos, incluindo a preparação militar", acrescentou Pushilin.

As autoridades da Ucrânia lançaram em abril 2014 uma operação militar contra as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, que declararam independência após o golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014. De acordo com os últimos dados da ONU, mais de 10 mil pessoas foram vítimas do conflito. A questão de resolver a situação no Donbas foi discutida, inclusive durante as reuniões em Minsk do grupo de contato, que, desde setembro de 2014, já adotou três documentos regulando as medidas para desescalar o conflito. No então, após os acordos de armistício entre as partes no conflito, as discussões continuam.

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