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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Embaixador: EUA ficarão na Síria até quando o presidente americano quiser

Os Estados Unidos vão permanecer na Síria até quando o presidente norte-americano achar necessário, segundo afirmou hoje, durante coletiva de imprensa em Genebra, o embaixador Robert Wood, representante permanente dos EUA na Conferência sobre Desarmamento.


Sputnik

"Nós estamos na Síria para lutar contra o terrorismo e nos preparamos para ficar lá até quando o presidente sentir que é necessário", disse Wood sobre a potencial retirada das forças norte-americanas da república árabe. 

Embaixador americano Robert Wood, representante permante dos EUA na Conferência sobre Desarmamento, durante coletiva de imprensa nos escritórios das Nações Unidas em Genebra; 19 de abril de 2018
Robert Wood © AFP 2018/ Fabrice COFFRINI

Na última terça-feira, o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, afirmou que o número de diplomatas americanos na Síria já é duas vezes maior do que o normal, o que indicaria que o foco de Washington no país teria mudado, não tendo mais as operações militares como preocupação principal, já que a guerra contra os grupos terroristas que lá atuam estaria perto do fim.

Um dia anterior, o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, destacou que a posição de Moscou sobre essa questão continua a mesma, que é a de considerar ilegal a presença não autorizada de forças estrangeiras na Síria.

Os EUA lideram uma coalizão internacional com dezenas de países que atua há anos com o objetivo de combater o grupo extremista Daesh no Iraque e na Síria. A presença dessa coalizão no território sírio, no entanto, não tem aprovação nem do governo local nem do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sendo assim considerada ilegítima tanto por Damasco como por seus parceiros.

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