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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Embaixador: EUA ficarão na Síria até quando o presidente americano quiser

Os Estados Unidos vão permanecer na Síria até quando o presidente norte-americano achar necessário, segundo afirmou hoje, durante coletiva de imprensa em Genebra, o embaixador Robert Wood, representante permanente dos EUA na Conferência sobre Desarmamento.


Sputnik

"Nós estamos na Síria para lutar contra o terrorismo e nos preparamos para ficar lá até quando o presidente sentir que é necessário", disse Wood sobre a potencial retirada das forças norte-americanas da república árabe. 

Embaixador americano Robert Wood, representante permante dos EUA na Conferência sobre Desarmamento, durante coletiva de imprensa nos escritórios das Nações Unidas em Genebra; 19 de abril de 2018
Robert Wood © AFP 2018/ Fabrice COFFRINI

Na última terça-feira, o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, afirmou que o número de diplomatas americanos na Síria já é duas vezes maior do que o normal, o que indicaria que o foco de Washington no país teria mudado, não tendo mais as operações militares como preocupação principal, já que a guerra contra os grupos terroristas que lá atuam estaria perto do fim.

Um dia anterior, o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, destacou que a posição de Moscou sobre essa questão continua a mesma, que é a de considerar ilegal a presença não autorizada de forças estrangeiras na Síria.

Os EUA lideram uma coalizão internacional com dezenas de países que atua há anos com o objetivo de combater o grupo extremista Daesh no Iraque e na Síria. A presença dessa coalizão no território sírio, no entanto, não tem aprovação nem do governo local nem do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sendo assim considerada ilegítima tanto por Damasco como por seus parceiros.

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