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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Entenda as chances de Argentina ameaçar soberania britânica nas Malvinas

Atualmente vem sendo discutida uma suposta invasão às ilhas Malvinas pelo Exército argentino. Para esclarecer o caso, a Sputnik Mundo conversou com especialistas e veteranos de ambos os lados do conflito.


Sputnik

Recentemente foi publicado pelo jornal britânico Express diversos artigos alegando que a Argentina estaria realizando exercícios militares, onde estariam simulando uma invasão às ilhas Malvinas. Para o veterano general britânico, Julian Thompson, que participou do conflito de 1982, o desembarque poderia ser realizado caso o partido trabalhista, que é o principal movimento opositor no Reino Unido, chegasse ao poder.


Soldados argentinos no Monumento aos Soldados Caídos durante a Guerra das Malvinas, Argentina, 2 de abril de 2007
Militares argentinos © AP Photo / Eduardo Di Baia

Segundo o veterano, "é improvável que Jeremy Corbyn [líder do partido trabalhista] utilize a força militar para defender as ilhas". Entretanto, o membro da Assembleia Legislativa das Malvinas, Mark Pollard, confessou ao Express que teme a "constante ameaça da Argentina".

O coronel aposentado, Omar Locatelli, formado em História da Guerra, afirmou à Sputnik que "as Forças Armadas da Argentina de modo algum pensam em invadir as Malvinas e que os exercícios foram realizados para celebrar os 200 anos da batalha de Maipú, que ocorreu em solo chileno, ocasionando na independência do Chile. Além disso, as Forças Armadas da Argentina estão focadas na luta contra o narcotráfico e outros crimes derivados, especialmente em suas fronteiras".

Já o veterano Edgardo Estevan afirmou que esse boato "é uma estupidez", pois atualmente há um acordo com o Reino Unido e não há nenhuma questão a ser tratada sobre a soberania das Malvinas.

Sobre a cúpula do G20, que ocorrerá em algumas semanas e contará com a presença da primeira-ministra britânica Theresa May, o veterano afirma que "opta pela paz, pelo diálogo, respaldo e pelas resoluções entre todos os órgãos internacionais e regionais para um diálogo com o Reino Unido, pois a soberania sobre as ilhas Malvinas é um direito de toda a América Latina, e não somente da Argentina" e que "essas notícias [sobre a invasão] é um absurdo, já que as Forças Armadas da Argentina estão desmanteladas".

Pelo lado britânico, o doutor Alasdair Pinkerton, professor da Universidade Royal Holloway de Londres, destacou que é preciso recordar que exercícios militares sempre ocorrem, inclusive o Reino Unido participa de diversas eventualidades, portanto, essas práticas militares podem ser vistas como cotidianas.

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