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Israel concentra mais forças na fronteira com Faixa de Gaza e está pronto a agir

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) concentraram mais forças na fronteira com a Faixa de Gaza e estão prontas para usá-las se for necessário, comunica a assessoria da entidade militar.
Sputnik

A decisão foi tomada no decurso da reunião no Estado-Maior e é uma resposta aos combates de ontem (11), que causaram morte de um militar israelense e sete palestinos.


"As IDF aumentaram suas forças no Distrito Sul e estão dispostas, se for preciso, a agir com mais vigor", destaca o comunicado da entidade.

No decurso da operação militar que teve lugar no enclave palestino neste domingo (11) um tenente coronel de uma unidade especial israelense foi morto. Ao mesmo tempo, a parte palestina perdeu sete homens, inclusive um comandante militar. Após os confrontos, os palestinos lançaram 17 mísseis contra o sul de Israel, dois deles foram interceptados pelos sistemas de defesa antiaérea Iron Dome (Cúpula de Ferro).

Foi igualmente informado que, tendo em conta a situação, o prim…

Erdogan adverte Riad para que não acoberte culpados pela morte de Khashoggi

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, advertiu nesta terça-feira o governo saudita para que não tente atrasar a investigação do assassinato do jornalista Jamal Khashoggi nem tente acobertar seus responsáveis.


EFE

Istambul - "Não deixaremos este assunto para trás. Se o deixássemos, estaríamos em dívida com a humanidade, com a consciência", disse Erdogan à agência turca "Anadolu" após um discurso no parlamento de Ancara.


EFE/ Erdem Sahin
EFE/ Erdem Sahin

"É preciso resolver isto, não faz sentido despistar. Também não faz sentido acobertar ninguém para salvá-lo", acrescentou o presidente turco.

Nesse sentido, lembrou que o promotor-chefe saudita encarregado da investigação do assassinato chegou domingo a Istambul e se reuniu ontem com o promotor turco.

Um dos pontos-chave da investigação turca é uma equipe de 15 agentes sauditas que chegou a Istambul no dia 2 de outubro, data do desaparecimento de Khashoggi no consulado do seu país nesta cidade, e que retornou aquela mesma noite a Riad.

A Arábia Saudita deteve estas 15 pessoas, assim como outras três que viajaram no dia anterior, mas ainda não há informação de que tenham sido indiciados por algum crime.

"Ficam várias perguntas a responder. Primeiro, quem enviou esse grupo de 15 pessoas? O senhor, que é promotor-chefe saudita, deve investigar, deve descobrir. Segundo, o autor do homicídio é, com certeza, um destes 18. Isto o senhor também deve descobrir", frisou Erdogan.

O presidente turco salientou, além disso, que o promotor de seu país tinha comunicado a seu colega saudita a disposição do Judiciário da Turquia de julgar os envolvidos em Istambul, por ser o local do crime, algo que Ancara já havia pedido reiteradamente na semana passada.

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