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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Erdogan adverte Riad para que não acoberte culpados pela morte de Khashoggi

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, advertiu nesta terça-feira o governo saudita para que não tente atrasar a investigação do assassinato do jornalista Jamal Khashoggi nem tente acobertar seus responsáveis.


EFE

Istambul - "Não deixaremos este assunto para trás. Se o deixássemos, estaríamos em dívida com a humanidade, com a consciência", disse Erdogan à agência turca "Anadolu" após um discurso no parlamento de Ancara.


EFE/ Erdem Sahin
EFE/ Erdem Sahin

"É preciso resolver isto, não faz sentido despistar. Também não faz sentido acobertar ninguém para salvá-lo", acrescentou o presidente turco.

Nesse sentido, lembrou que o promotor-chefe saudita encarregado da investigação do assassinato chegou domingo a Istambul e se reuniu ontem com o promotor turco.

Um dos pontos-chave da investigação turca é uma equipe de 15 agentes sauditas que chegou a Istambul no dia 2 de outubro, data do desaparecimento de Khashoggi no consulado do seu país nesta cidade, e que retornou aquela mesma noite a Riad.

A Arábia Saudita deteve estas 15 pessoas, assim como outras três que viajaram no dia anterior, mas ainda não há informação de que tenham sido indiciados por algum crime.

"Ficam várias perguntas a responder. Primeiro, quem enviou esse grupo de 15 pessoas? O senhor, que é promotor-chefe saudita, deve investigar, deve descobrir. Segundo, o autor do homicídio é, com certeza, um destes 18. Isto o senhor também deve descobrir", frisou Erdogan.

O presidente turco salientou, além disso, que o promotor de seu país tinha comunicado a seu colega saudita a disposição do Judiciário da Turquia de julgar os envolvidos em Istambul, por ser o local do crime, algo que Ancara já havia pedido reiteradamente na semana passada.

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