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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Erdogan: comissão constitucional síria deve iniciar os trabalhos em 2019

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, classificou a cúpula sobre Síria em Istambul de produtiva e disse que esta reunião irá ampliar o formato de discussões em Astana.


Sputnik

O presidente ressaltou que durante o encontro foi confirmado o acordo russo-turco sobre a situação em Idlib.


Russian President Vladimir Putin, French President Emmanuel Macron, German Chancellor Angela Merkel and Turkish President Recep Tayyip Erdogan (right) during the meeting on Syria, October 27, 2018.
Vladimir Putin, Emmanuel Macron, Angela Merkel e Recep Tayyip Erdogan © Sputnik / Mikhail Klimentyev

"Com a chegada da França e da Alemanha conseguimos avaliar as formas de melhorar a cooperação no formato de Astana", disse o chefe de Estado.

Erdogan disse que os quatro países defendem a integridade territorial da Síria, bem como sua unidade política, e não consideram possível uma solução militar para o conflito.

"Confirmamos os nossos acordos sobre Idlib, que evitarão uma crise humanitária. Informaremos o Irã [dos resultado] e continuaremos a cooperar para a resolução do conflito sírio", acrescentou o presidente.

Erdogan destacou ter concordado com os seus três colegas sobre a necessidade de criar, antes do final do ano, a comissão constitucional na Síria, que deve começar a trabalhar em 2019.

Istambul sediou neste 27 de outubro uma reunião de cúpula da Rússia, Turquia, Alemanha e França, que discutiu medidas para acelerar a solução política para a crise na Síria, reforçar a segurança do país árabe e criar condições para o regresso dos refugiados sírios para seu país de origem.

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