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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Erdogan: comissão constitucional síria deve iniciar os trabalhos em 2019

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, classificou a cúpula sobre Síria em Istambul de produtiva e disse que esta reunião irá ampliar o formato de discussões em Astana.


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O presidente ressaltou que durante o encontro foi confirmado o acordo russo-turco sobre a situação em Idlib.


Russian President Vladimir Putin, French President Emmanuel Macron, German Chancellor Angela Merkel and Turkish President Recep Tayyip Erdogan (right) during the meeting on Syria, October 27, 2018.
Vladimir Putin, Emmanuel Macron, Angela Merkel e Recep Tayyip Erdogan © Sputnik / Mikhail Klimentyev

"Com a chegada da França e da Alemanha conseguimos avaliar as formas de melhorar a cooperação no formato de Astana", disse o chefe de Estado.

Erdogan disse que os quatro países defendem a integridade territorial da Síria, bem como sua unidade política, e não consideram possível uma solução militar para o conflito.

"Confirmamos os nossos acordos sobre Idlib, que evitarão uma crise humanitária. Informaremos o Irã [dos resultado] e continuaremos a cooperar para a resolução do conflito sírio", acrescentou o presidente.

Erdogan destacou ter concordado com os seus três colegas sobre a necessidade de criar, antes do final do ano, a comissão constitucional na Síria, que deve começar a trabalhar em 2019.

Istambul sediou neste 27 de outubro uma reunião de cúpula da Rússia, Turquia, Alemanha e França, que discutiu medidas para acelerar a solução política para a crise na Síria, reforçar a segurança do país árabe e criar condições para o regresso dos refugiados sírios para seu país de origem.

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