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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Eritreia ressalta importância de acordo de paz com a Etiópia

O chanceler da Eritreia, Osman Mohammed Saleh, considerou que o acordo de paz assinado recentemente com a Etiópia ''põe fim a um período obscuro, um capítulo de guerra, tensão constante e luta'', citou hoje a imprensa local.


Prensa Latina
Asmara - O diário Haddas Ertra precisou que as palavras de Saleh foram emitidas como parte de sua intervenção na 73a Assembleia Geral das Nações Unidas.

O chanceler da Eritreia, Osman Mohammed Saleh | Reprodução

'Este avanço histórico, que inclusive está atrasado em quase duas décadas, permitirá a ambos países canalizar seus recursos, seu potencial e sua energia positiva unicamente para o desenvolvimento tão necessário', enfatizou o titular.

Além de infundir esperança e otimismo nos dois povos, qualificou de 'palpáveis' os dividendos positivos para a segurança no corno africano derivados do pacto.

'Isto está de fato atestado pelos novos marcos de cooperação integral que foram colocados em marcha nos últimos dois meses ou que estão à vista a nível regional', afirmou o ministro.

Por sua vez, assinalou que nos últimos seis decênios, os eritreus têm lutado por promover a justiça e fomentar um clima propício para o crescimento, não só de sua nação, mas de outros territórios vizinhos. 'Através da resiliência característica e o duro trabalho, agora têm vencido as injustiças perpetradas contra eles', concluiu.

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