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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Estaria Alemanha tomando liderança naval no Báltico para conter a Rússia na região?

A União Europeia está realizando um grande exercício naval no mar Báltico, onde a Alemanha está liderando as ações. O pretexto utilizado para os exercícios seria se preparar para a contenção da Rússia.


Sputnik

Para isso, a União Europeia estaria elevando a capacidade de suas Marinhas e quem vem se destacando na liderança entre países europeus é a Alemanha. Segundo a Reuters, alemães estão liderando os exercícios navais na costa finlandesa que contam com participação de 3.600 marinheiros e soldados, além de 40 navios e 30 aeronaves dos países participantes.


Submarino U31 da Marinha Alemã no mar Báltico, 7 de fevereiro de 2005
Submarino U31 da Marinha da Alemanha © AP Photo / HERIBERT PROEPPER

Expressando isso, o capitão da fragata Hamburg, Sven Beck, declarou que "o mar Báltico é nossa porta da frente, então nós e nossos vizinhos obviamente queremos ser capazes de nos movimentarmos livremente nas linhas do mar".

A Rússia já afirmou que não há qualquer tipo de ameaça direcionada a países europeus, porém, o problema em torno dessa situação seria a instalação de sistemas de mísseis dos EUA que estão sendo reestruturados para novos lançamentos de mísseis nas proximidades da mesma região onde a Rússia havia instalado seus sistemas de mísseis Iskander-M, em 2013.

Além disso, especialistas militares acreditam que em um eventual conflito, a Rússia poderia bloquear o mar Báltico, eliminando as linhas de comércio e dificultando o transporte de um apoio naval por parte da Europa Ocidental.

Diante da situação, a União Europeia decidiu realizar exercícios militares, onde praticarão a remoção de minas, além de procedimentos de escolta para navio de transporte e simulação de combate.

Já a Alemanha vem tentando assumir a liderança naval na Europa desde que a Crimeia foi anexada à Rússia. E o país está conseguindo se posicionar como líder após a Segunda Guerra Mundial. O fato é confirmado pela ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, ao declarar que a Alemanha deve "ter maior responsabilidade na região".

Segundo o capitão Beck, "nós não temos uma grande Marinha, mas temos uma forte relação com os países bálticos. Então, nós estamos felizes por assumir a responsabilidade".

Em grande parte da Guerra Fria e nas décadas seguintes, Estados Unidos assumiram um papel de liderança na OTAN, ao se responsabilizarem pela segurança da Europa contra a Rússia. Entretanto, o presidente norte-americano acredita que a Europa deva aprender a se defender sozinha, abrindo mais um caminho para a liderança alemã na região.

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