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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Estratégia engenhosa: por que Pentágono não poupa elogios às armas russas?

Ontem (10), a mídia estadunidense relatou que o Pentágono teria reconhecido a supremacia dos sistemas de mísseis e artilharia russos no que se refere ao alcance. Um especialista em assuntos militares russo comentou à Sputnik com que objetivo isso poderia ter sido declarado.


Sputnik

O chefe do comando do Exército dos EUA para desenvolvimentos inovadores, general John M. Murray, citado pela edição Business Insider, teria dito:

"Os russos, e os chineses em muitos aspectos também, são capazes de superar a maioria dos nossos sistemas."

Míssil balístico intercontinental Topol-M é mostrado durante o fórum militar EXÉRCITO 2018
Míssil balístico intercontinental russo Topol-M © Sputnik / Ekaterina Nenakhova

Na opinião do alto responsável militar, o fato de a Rússia ter ativamente desenvolvido sua artilharia com sucesso é um "toque de despertar" para o Pentágono.

Em uma conversa com o serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista russo em assuntos militares e diretor comercial da revista Arsenal Otechestva, Aleksei Leonkov, analisou as palavras do general norte-americano.

"Devemos sempre considerar tais declarações, digamos, sob duas perspectivas. Por um lado, quando eles elogiam nossas armas, desse jeito eles assustam o público norte-americano: nós temos isso e eles não. Ou seja, nesse momento eles pedem dinheiro para criar sistemas novos. Quando, ao contrário, falam mal de nosso armamento, isso quer dizer que já receberam dinheiro e estão elaborando novos sistemas", ironiza Leonkov.

De acordo com o especialista, na comparação dos parâmetros de diferentes sistemas de combate é muito importante ser concreto.

"Se falarmos concretamente de tal parâmetro como o alcance, alguns dos nossos sistemas realmente disparam bastante longe e superam os análogos norte-americanos. Há também sistemas que, nesse parâmetro, são inferiores aos estadunidenses, mas os superam em alguma outra coisa. Aqui é importante falar concretamente, e se eles dizem 'em geral', não se trata de um quadro muito preciso. Devemos considerar suas palavras como uma parte da mesma campanha de propaganda 'Nos deem dinheiro para novos projetos'", resumiu o analista.

Mais cedo, a edição The National Interest comunicou que o Comando de Operações Especiais do Exército dos EUA pretende começar a financiar a produção de armas russas nos EUA e já convidou empresas estadunidenses que possam "descobrir e melhorar a tecnologia da metralhadora Kalashnikov, da metralhadora modernizada de grande calibre NSV Utes e fazer suas cópias".

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