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Pentágono se diz pronto para admitir ter muitos 'criminosos' nas suas tropas

Depois que uma série de terríveis desastres de relações públicas que expôs soldados de elite dos EUA sendo presos por posse de drogas, abuso, estupro e assassinato, o Pentágono está reprimindo questões disciplinares em seu Comando de Operações Especiais, segundo um novo relatório.
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Com "alegações de falta grave" acumulando-se altas demais para serem ignoradas após duas décadas de guerra, o general Raymond "Tony" Thomas, chefe do Comando de Operações Especiais, e Owen West, chefe de Operações Especiais e Conflito de Baixa Intensidade do Pentágono, esboçaram um ambicioso plano de 90 dias para descobrir como o corpo de elite militar se perdeu.


O primeiro de seu tipo, a avaliação profissional pretende "rever e reforçar os padrões éticos e de conduta", segundo documentos adquiridos pelo jornal The Washington Times.

"O primeiro passo em qualquer programa de tratamento é admitir que você tem um problema", disse uma autoridade do Comando de Operações…

Estratégia engenhosa: por que Pentágono não poupa elogios às armas russas?

Ontem (10), a mídia estadunidense relatou que o Pentágono teria reconhecido a supremacia dos sistemas de mísseis e artilharia russos no que se refere ao alcance. Um especialista em assuntos militares russo comentou à Sputnik com que objetivo isso poderia ter sido declarado.


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O chefe do comando do Exército dos EUA para desenvolvimentos inovadores, general John M. Murray, citado pela edição Business Insider, teria dito:

"Os russos, e os chineses em muitos aspectos também, são capazes de superar a maioria dos nossos sistemas."

Míssil balístico intercontinental Topol-M é mostrado durante o fórum militar EXÉRCITO 2018
Míssil balístico intercontinental russo Topol-M © Sputnik / Ekaterina Nenakhova

Na opinião do alto responsável militar, o fato de a Rússia ter ativamente desenvolvido sua artilharia com sucesso é um "toque de despertar" para o Pentágono.

Em uma conversa com o serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista russo em assuntos militares e diretor comercial da revista Arsenal Otechestva, Aleksei Leonkov, analisou as palavras do general norte-americano.

"Devemos sempre considerar tais declarações, digamos, sob duas perspectivas. Por um lado, quando eles elogiam nossas armas, desse jeito eles assustam o público norte-americano: nós temos isso e eles não. Ou seja, nesse momento eles pedem dinheiro para criar sistemas novos. Quando, ao contrário, falam mal de nosso armamento, isso quer dizer que já receberam dinheiro e estão elaborando novos sistemas", ironiza Leonkov.

De acordo com o especialista, na comparação dos parâmetros de diferentes sistemas de combate é muito importante ser concreto.

"Se falarmos concretamente de tal parâmetro como o alcance, alguns dos nossos sistemas realmente disparam bastante longe e superam os análogos norte-americanos. Há também sistemas que, nesse parâmetro, são inferiores aos estadunidenses, mas os superam em alguma outra coisa. Aqui é importante falar concretamente, e se eles dizem 'em geral', não se trata de um quadro muito preciso. Devemos considerar suas palavras como uma parte da mesma campanha de propaganda 'Nos deem dinheiro para novos projetos'", resumiu o analista.

Mais cedo, a edição The National Interest comunicou que o Comando de Operações Especiais do Exército dos EUA pretende começar a financiar a produção de armas russas nos EUA e já convidou empresas estadunidenses que possam "descobrir e melhorar a tecnologia da metralhadora Kalashnikov, da metralhadora modernizada de grande calibre NSV Utes e fazer suas cópias".

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