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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

'Estrela da Morte': conheça satélite chinês caçador de submarinos já aprovado para criação

A China revelou planos de desenvolvimento de um novo satélite a laser, que será capaz de detectar submarinos a partir da órbita terrestre, comunicou a edição Military Watch. Prevê-se que o aparelho vá ser capaz de monitorar submarinos a 500 metros de profundidade.


Sputnik

A edição apontou que a China está se empenhando na criação de zonas de limitação e proibição de acesso e de manobra na água e no ar. Para isso, o país elaborou mísseis guiados ar-ar PI-21, adquiriu sistemas russos de defesa antiaérea S-400 e adotou os "assassinos de porta-aviões" DF-21D. 

Satélite no espaço (imagem referencial)
CC0 / Pixabay

Sendo assim, a criação do satélite antinavio seria uma ação lógica para "remendar" a última brecha na defesa do país e reverter o equilíbrio de poderes no mar no Sudeste Asiático a seu favor, assinalaram autores da matéria.

De acordo com a Agência de Projetos Avançados de Defesa dos EUA (DARPA, sigla em inglês), no momento, a profundidade máxima, atingida por um raio laser, corresponde a 200 metros, ou seja, poderá não haver nada no mundo que se assemelhe à criação chinesa.

O novo desenvolvimento pode vir a aumentar as capacidades da China na caça de submarinos, frisou a edição.

Prevê-se que o satélite, apelidado pela mídia como "Estrela da Morte", vá ser capaz de localizar submarinos, além de determinar a velocidade e a dimensão tridimensional dos mesmos. Quando usado com tecnologia de radar de micro-ondas, o aparelho pode escancear uma área de aproximadamente 100 km, ou focar em áreas de até 1 km.

Segundo seus desenvolvedores, por hora é ainda necessário resolver vários problemas, sendo que a novidade pode vir a entrar em serviço chinês somente daqui a uns anos.

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