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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

'Estrela da Morte': conheça satélite chinês caçador de submarinos já aprovado para criação

A China revelou planos de desenvolvimento de um novo satélite a laser, que será capaz de detectar submarinos a partir da órbita terrestre, comunicou a edição Military Watch. Prevê-se que o aparelho vá ser capaz de monitorar submarinos a 500 metros de profundidade.


Sputnik

A edição apontou que a China está se empenhando na criação de zonas de limitação e proibição de acesso e de manobra na água e no ar. Para isso, o país elaborou mísseis guiados ar-ar PI-21, adquiriu sistemas russos de defesa antiaérea S-400 e adotou os "assassinos de porta-aviões" DF-21D. 

Satélite no espaço (imagem referencial)
CC0 / Pixabay

Sendo assim, a criação do satélite antinavio seria uma ação lógica para "remendar" a última brecha na defesa do país e reverter o equilíbrio de poderes no mar no Sudeste Asiático a seu favor, assinalaram autores da matéria.

De acordo com a Agência de Projetos Avançados de Defesa dos EUA (DARPA, sigla em inglês), no momento, a profundidade máxima, atingida por um raio laser, corresponde a 200 metros, ou seja, poderá não haver nada no mundo que se assemelhe à criação chinesa.

O novo desenvolvimento pode vir a aumentar as capacidades da China na caça de submarinos, frisou a edição.

Prevê-se que o satélite, apelidado pela mídia como "Estrela da Morte", vá ser capaz de localizar submarinos, além de determinar a velocidade e a dimensão tridimensional dos mesmos. Quando usado com tecnologia de radar de micro-ondas, o aparelho pode escancear uma área de aproximadamente 100 km, ou focar em áreas de até 1 km.

Segundo seus desenvolvedores, por hora é ainda necessário resolver vários problemas, sendo que a novidade pode vir a entrar em serviço chinês somente daqui a uns anos.

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