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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

EUA começam exercícios militares 'globais' de dissuasão nuclear

O Comando Estratégico dos EUA (USSTRATCOM) anunciou o início dos exercícios militares anuais das Forças Nucleares Estratégicas – o Global Thunder 2019 (Trovão Global 2019).


Sputnik

De acordo com uma declaração feita pelo USSTRATCOM na segunda-feira (29), as manobras estão sendo realizadas para "refrear, localizar e, se necessário, evitar ataques estratégicos contra os EUA e seus aliados". Os exercícios visam determinar a prontidão das unidades militares envolvidas na dissuasão nuclear.


Soldado das Forças Armadas dos EUA
© flickr.com/ U.S. Army / Venessa Hernandez

"A tríade nuclear é a base da dissuasão estratégica. Nossas tropas devem estar preparadas para executar ordens em qualquer lugar do mundo quando for necessário", afirmou o general John Hyten.

Hyten observou que as manobras Global Thunder são multinacionais e pretendem unir os EUA, seus aliados e parceiros políticos e militares, incluindo a Austrália, Reino Unido, Dinamarca, Canadá e Coreia do Sul.

Estes exercícios são os primeiros desde que os EUA anunciaram que sairiam do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) — tratado firmado com a Rússia na época da Guerra Fria — alegando que Moscou havia violado o pacto. Na semana passada, a Rússia tentou preservar o tratado em um projeto de resolução que apresentou no Primeiro Comitê da Assembleia Geral da ONU, argumentando que o pacto é necessário para a segurança internacional. No entanto, a maioria dos países votou contra a proposta.

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