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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

EUA deixam acordo nuclear com a Rússia pois sonham com mundo unipolar, diz fonte

O presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu retirar o país do Tratado de Forças Nucleares de Faixa Intermediária (INF) por causa dos sonhos de Washington de um mundo unipolar, disse à Sputnik uma fonte do Ministério de Relações Exteriores russo neste sábado (20).


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Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou durante um discurso em Nevada que pretende retirar seu país do tratado INF e acusou a Rússia de violar o acordo.


Presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma sessão da Assembleia Geral, em Nova York, em 26 de setembro de 2018
Donald Trump © AP Photo/ Evan Vucci

"O principal motivo é o sonho do mundo unipolar. Isso se tornará realidade? Não.", disse a fonte da chancelaria russa à Sputnik.

A fonte ainda acrescentou que o movimento dos EUA estava em plena sintonia com o atual curso político dos EUA, que estaria destinado a retirar-se dos acordos internacionais que coloquem em risco o "excepcionalismo" de Washington nas relações internacionais.

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