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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

EUA não descartam destruição de supostos mísseis de cruzeiro da Rússia se necessário

De acordo com a embaixadora dos EUA na OTAN, Kay Bailey Hutchison, a Rússia deveria deixar de desenvolver sistema de mísseis de cruzeiro banido ou os EUA procurarão destruí-lo antes mesmo de se tornar operacional.


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Os Estados Unidos acreditam que a Rússia esteja desenvolvendo um sistema de baseamento terrestre capaz de lançar ataque nuclear de última hora contra a Europa, violando, assim, um acordo da Guerra Fria, entretanto, Moscou nega estar violando.

Embaixadora dos EUA na OTAN, Kay Bailey Hutchison
Embaixadora dos EUA na OTAN, Kay Bailey Hutchison | CC BY 2.0 / Chairman of the Joint Chiefs of Staff / 180115-D-PB383-005

A embaixadora americana na OTAN afirma que os EUA visam solução diplomática, mas não descartam ataque militar se a Rússia continuar desenvolvendo sistema de médio alcance, enfatizando que "nesse momento, nós estaríamos analisando a possibilidade de eliminar míssil [russo] que possa atingir qualquer um dos nossos países", conforme artigo publicado pela Reuters.

A chancelaria russa não comentou o caso, entretanto, afirmou anteriormente que a Rússia estaria pronta para conversar com os EUA, visando preservar o acordo e cumprir suas obrigações se os EUA fizessem o mesmo. Vale ressaltar que o acordo nuclear foi firmado em 1987 para garantir a segurança da Europa e do Alasca, já que os mísseis russos de médio alcance seriam capazes de atingir ambas as regiões.

Já o secretário de Defesa americano, Jim Mattis, afirma que discutirá o assunto entre as contrapartes da OTAN em um encontro que terá uma duração de dois dias e ocorrerá em Bruxelas, deixando claro que ele "não pode informar onde o encontro ocorrerá, por se tratar de uma decisão do presidente, mas garante que há muito que discutir sobre essa situação com os aliados e que após o encontro saberá os próximos passos".

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