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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Força Aérea dos EUA precisará de novas bombas para enfrentar Rússia ou China, diz mídia

Especialistas da Força Aérea americana acreditam que caso os EUA desejem enfrentar potências, tais como Rússia e China, então precisarão de tecnologia avançada, além de bombas flexíveis e mais potentes.


Sputnik

Segundo o diretor de munições do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea (AFRL, na sigla em inglês), Dr. John S. Wilcox, "no momento há uma mudança no percurso, minimizando para maximizar os efeitos em uma batalha final, […] já que ainda terão de lidar com diversas ameaças, procurando criar grandes munições com grandes efeitos".


Mísseis de cruzeiro AGM-158 JASSM são lançados dirante as manobras da Força Aérea dos EUA (foto de arquivo)
Míssil de cruzeiro AGM-158 JASM lançado de um F-16 Fighting Falcon © AFP 2018 / Força Aérea dos EUA

Além disso, a Força Aérea está trabalhando rapidamente no desenvolvimento de bombas capazes de causarem grandes impactos durante o ataque, além de munições de rendimento variável e bombas de alto rendimento, o que, de acordo com especialistas, poderia mudar o rumo das ameaças globais.

Um estudo recentemente realizado pelo The Mitchell Institute aponta Rússia e China como possíveis ameaças a serem combatidas, já que ambos os países analisaram as estratégias de combate dos EUA por décadas.

Wilcox compartilha da mesma opinião e afirma que para eliminar tais ameaças, os EUA precisarão de munições potentes para efetuar um ataque aéreo preciso e massivo de alto poder de destruição.

Em relatório elaborado por especialistas da Força Aérea dos EUA, é afirmado que as bombas são praticamente as mesmas durante os últimos 100 anos, entretanto alguns elementos modernos fazem a diferença no efeito das munições, como por exemplo, a fragmentação, o impacto e a explosão.

Sendo assim, o foco da produção deve ser em explosivos que serão compostos por uma combinação de aquecimento, explosão e fragmentação, suficientemente potente para destruir qualquer ameaça, afirma Stutzhiem à revista The National Interest.

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