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Irã desloca sistema russo de defesa S-300 para a costa do golfo Pérsico (VÍDEO)

Uma coluna de caminhões iranianos transportando vários sistemas anti-aéreos russos S-300 Favorit para a costa do golfo Pérsico foi capturada em vídeo por um motorista e postada no YouTube.
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O vídeo mostra como caminhões transportam partes dos sistemas antiaéreos e coincide com a escalada de tensão entre os Estados Unidos e o Irã com o envio de um grupo de combate naval dos EUA para a costa iranianas, relata Alarabiya.


Segundo o jornal russo Rossiyiskaya Gazeta, o envio dessas unidades do S-300 para a costa persa responde à crescente presença militar e naval dos Estados Unidos. O artigo também explica que as unidades não viajam sozinhas por via terrestre e fazem isso em caminhões para preservar sua vida útil e garantir a segurança durante a viagem.

Em 13 de maio, o comandante das Forças Aeroespaciais da Guarda Revolucionária Islâmica, Amir Ali Hajizadé, assegurou que o país persa estava pronto para atacar os Estados Unidos devido à presença do referido grupo naval na região.

Hajizadé…

Força Aérea dos EUA precisará de novas bombas para enfrentar Rússia ou China, diz mídia

Especialistas da Força Aérea americana acreditam que caso os EUA desejem enfrentar potências, tais como Rússia e China, então precisarão de tecnologia avançada, além de bombas flexíveis e mais potentes.


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Segundo o diretor de munições do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea (AFRL, na sigla em inglês), Dr. John S. Wilcox, "no momento há uma mudança no percurso, minimizando para maximizar os efeitos em uma batalha final, […] já que ainda terão de lidar com diversas ameaças, procurando criar grandes munições com grandes efeitos".


Mísseis de cruzeiro AGM-158 JASSM são lançados dirante as manobras da Força Aérea dos EUA (foto de arquivo)
Míssil de cruzeiro AGM-158 JASM lançado de um F-16 Fighting Falcon © AFP 2018 / Força Aérea dos EUA

Além disso, a Força Aérea está trabalhando rapidamente no desenvolvimento de bombas capazes de causarem grandes impactos durante o ataque, além de munições de rendimento variável e bombas de alto rendimento, o que, de acordo com especialistas, poderia mudar o rumo das ameaças globais.

Um estudo recentemente realizado pelo The Mitchell Institute aponta Rússia e China como possíveis ameaças a serem combatidas, já que ambos os países analisaram as estratégias de combate dos EUA por décadas.

Wilcox compartilha da mesma opinião e afirma que para eliminar tais ameaças, os EUA precisarão de munições potentes para efetuar um ataque aéreo preciso e massivo de alto poder de destruição.

Em relatório elaborado por especialistas da Força Aérea dos EUA, é afirmado que as bombas são praticamente as mesmas durante os últimos 100 anos, entretanto alguns elementos modernos fazem a diferença no efeito das munições, como por exemplo, a fragmentação, o impacto e a explosão.

Sendo assim, o foco da produção deve ser em explosivos que serão compostos por uma combinação de aquecimento, explosão e fragmentação, suficientemente potente para destruir qualquer ameaça, afirma Stutzhiem à revista The National Interest.

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