Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

'Forças Armadas tomarão medidas': Pequim adverte contra tentativas de secessão em Taiwan

As forças armadas chinesas tomarão todas as medidas para evitar que Taiwan tente se separar formalmente da China, disse o ministro da Defesa chinês, Wei Fenghe nesta quinta-feira.


Sputnik

"Se alguém tentar separar Taiwan da China, as forças armadas chinesas tomarão medidas a qualquer preço", disse Wei Fenghe no fórum de segurança Xiangshan, realizado em Pequim. Ele, porém, acrescentou que "as forças armadas chinesas sempre se apegam ao caminho pacífico do desenvolvimento e nunca se envolverão em uma corrida armamentista ou expansão militar".


Navios militares de Taiwan
Navios da Marinha de Taiwan © AP Photo / Wally Santana

"O objetivo estratégico do nosso desenvolvimento militar sempre foi claro e transparente. As forças armadas chinesas estão comprometidas com o caminho pacífico do desenvolvimento. Nós, na China, amamos e valorizamos a paz. É por isso que o caminho pacífico do desenvolvimento se tornou a nossa política governamental. Os militares nunca se tornarão uma ameaça a outros países. Independentemente do nosso nível de desenvolvimento, não buscaremos hegemonia, não nos envolveremos em nenhuma expansão militar ou corrida armamentista", afirmou.

"A China é contra a mentalidade da Guerra Fria, a corrida armamentista e o egoísmo de alguns países. A China busca se agarrar à abertura e à inclusão, ao invés do confronto e da criação de alianças", acrescentou o ministro.

As relações oficiais entre as autoridades centrais chinesas e Taiwan cessaram em 1949, quando o governo do Kuomintang, liderado por Chiang Kai-shek, fugiu para Taipé após ser derrotado pelo Partido Comunista Chinês, estabelecendo a República da China na ilha. Os contatos informais foram retomados em 1980. Pequim não reconhece a independência de Taiwan e afirma que a ilha faz parte do seu território. Taiwan também não reconhece o governo central em Pequim.

A China tem repetidamente apelado a outros países para cortar seus laços com Taiwan. Pequim já criticou os Estados Unidos por manter relações diplomáticas informais com Taiwan, apesar de formalmente aderir à política da "China Única".

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas