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Expansão da OTAN na Europa é uma 'relíquia da Guerra Fria', diz Putin

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista à imprensa sérvia publicada nesta quarta-feira (horário local) que a Rússia não quer uma nova corrida armamentista.
Sputnik

"Não vamos fechar os olhos ao desdobramento de mísseis de cruzeiro dos EUA [na Europa] e sua ameaça direta à nossa segurança. Teremos que tomar medidas eficazes de retaliação. Mas como país responsável e sensato, a Rússia não está interessada em uma nova corrida armamentista", afirmou.


Segundo o presidente russo, Moscou enviou em dezembro a Washington algumas propostas sobre a manutenção do Tratado INF. Além disso, Putin destacou que a Rússia está pronta para um diálogo sério com os Estados Unidos sobre toda a agenda estratégica.

No entanto, os Estados Unidos parecem ter uma política de "desmantelamento" em relação ao controle global de armas, acrescentou o presidente russo.

Durante a entrevista aos meios de comunicação sérvios, Putin também instou os parceiros ocidentais a estabelecer um …

Governo saudita: Jamal foi asfixiado e teve corpo enrolado em tapete

Nova tese sobre a morte de Khashoggi é dada por um membro do governo saudita que pede anonimato


Pars Today

O jornalista saudita Jamal Khashoggi teria sido morto por estrangulamento e o seu corpo enrolado em um tapete, para poder ser retirado da embaixada saudita, em Istambul, na Turquia. O anúncio foi feito por um membro do governo saudita, conta o Daily Mail.


Governo saudita: Jamal foi asfixiado e teve corpo enrolado em tapete

Esta mesma fonte acrescenta que um dos 15 homens que foram escolhidos para confrontar o jornalista, no dia 2 de outubro, vestiu as roupas de Khashoggi, após a sua morte, e saiu do edifício para que as autoridades acreditassem que se tratava dele.

Estas novas alegações, feitas sob anonimato, contradizem as explicações anteriores fornecidas pela Arábia Saudita e que criaram algum ceticismo a nível internacional.

Segundo esta nova versão, Jamal Khashoggi teria sido ameaçado de que seria drogado e raptado. O jornalista teria mostrado resistência e acabou por ser asfixiado até a morte.

Khashoggi era colunista no Washington Post e um grande critico do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman. O jornalista desapareceu no início de outubro depois de ter ido ao consulado obter documentos para se casar.

A Arábia Saudita já havia reconhecido que o jornalista foi morto no seu consulado em Istambul, na Turquia, mas alegava ter-se tratado de um acidente na sequência de uma luta.

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