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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

IBSAMAR VI começa em Simons Town, África do Sul

A sexta edição do IBSAMAR, um exercício marítimo multinacional entre as Marinhas da Índia, do Brasil e da África do Sul, acontece em Simons Town, África do Sul, de 01 a 13 de outubro de 2018. A última edição do IBSAMAR (IBSAMAR V) foi conduzida ao largo de Goa, de 19 a 26 de fevereiro de 2016.


Poder Naval

O objetivo do exercício é realizar um treinamento coletivo para as marinhas participantes, construindo interoperabilidade e compreensão mútua, bem como compartilhando as melhores práticas.

A proa da fragata Indiana Tarkash e ao fundo a corveta Barroso, da Marinha do Brasil
A proa da fragata Indiana Tarkash e ao fundo a corveta Barroso, da Marinha do Brasil

A Marinha Indiana é representada no IBSAMAR VI pela Fragata de Mísseis Guiados Tarkash, pelo Destróier de Mísseis Guiados Kolkata, pelas aeronaves de Patrulha Marítima de Longo Alcance P-8I, helicópteros Seaking e Chetak, bem como por um contingente MARCOS.

O exercício inclui as fases portuária e marítima com várias evoluções de navegação e marinheiras, disparo de armas de superfície, exercícios de proteção de força, exercícios antipirataria, exercícios antiaéreos e antissubmarinos, bem como operações de voo.

Além de atividades profissionais, esportes e compromissos sociais também são planejados.

FONTE: Naval News

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