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Expansão da OTAN na Europa é uma 'relíquia da Guerra Fria', diz Putin

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista à imprensa sérvia publicada nesta quarta-feira (horário local) que a Rússia não quer uma nova corrida armamentista.
Sputnik

"Não vamos fechar os olhos ao desdobramento de mísseis de cruzeiro dos EUA [na Europa] e sua ameaça direta à nossa segurança. Teremos que tomar medidas eficazes de retaliação. Mas como país responsável e sensato, a Rússia não está interessada em uma nova corrida armamentista", afirmou.


Segundo o presidente russo, Moscou enviou em dezembro a Washington algumas propostas sobre a manutenção do Tratado INF. Além disso, Putin destacou que a Rússia está pronta para um diálogo sério com os Estados Unidos sobre toda a agenda estratégica.

No entanto, os Estados Unidos parecem ter uma política de "desmantelamento" em relação ao controle global de armas, acrescentou o presidente russo.

Durante a entrevista aos meios de comunicação sérvios, Putin também instou os parceiros ocidentais a estabelecer um …

Imprensa: EUA ainda precisam de 8 anos para terminar seu novo míssil de cruzeiro nuclear

O presidente dos EUA Donald Trump afirmou recentemente que o país continuará a desenvolver seu estoque de armas nucleares até que a Rússia e a China, duas nações nucleares, "retomem a razão". Porém, levará pelo menos oito anos até que os EUA consigam terminar o desenvolvimento de seu novo míssil nuclear.


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O míssil de cruzeiro nuclear conhecido como LRSO (Long-Range Stand-Off, em inglês), uma arma estratégica vital no arsenal dos EUA, está apenas no primeiro ano de seu desenvolvimento, previsto para 9 anos, disse um executivo sênior da Lockheed Martin ao portal Military.com


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Long Range Stand Off (LRSO) Missile


O LRSO deverá substituir o míssil de cruzeiro de lançamento aéreo ALCM (Air-launched cruise missile, em inglês), desenvolvido nos anos 1980.

Segundo o vice-presidente executivo da construtora, Frank St. John, o programa de desenvolvimento do míssil prevê nove anos e depois cinco anos de produção.

Houve discussões para acelerar o processo de produção da arma, mas, de acordo com Frank St. John, a fase de desenvolvimento poderá ser reduzida no máximo em alguns meses.

Quando se trata do desenvolvimento de um míssil de tanta importância, o prazo não pode simplesmente ser cortado pela metade, ressalta o dirigente. É que o ritmo de desenvolvimento do míssil depende do ritmo do desenvolvimento da carga, explica St. John, e seria inútil ter a armas antes de ter a respetiva carga.

Mesmo quanto o desenvolvimento estiver completo, "há muitos trabalhos de simulação que continuam", além de protocolos de certificação, que levam muito tempo, diz o executivo.

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