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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Imprensa: EUA ainda precisam de 8 anos para terminar seu novo míssil de cruzeiro nuclear

O presidente dos EUA Donald Trump afirmou recentemente que o país continuará a desenvolver seu estoque de armas nucleares até que a Rússia e a China, duas nações nucleares, "retomem a razão". Porém, levará pelo menos oito anos até que os EUA consigam terminar o desenvolvimento de seu novo míssil nuclear.


Sputnik

O míssil de cruzeiro nuclear conhecido como LRSO (Long-Range Stand-Off, em inglês), uma arma estratégica vital no arsenal dos EUA, está apenas no primeiro ano de seu desenvolvimento, previsto para 9 anos, disse um executivo sênior da Lockheed Martin ao portal Military.com


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Long Range Stand Off (LRSO) Missile


O LRSO deverá substituir o míssil de cruzeiro de lançamento aéreo ALCM (Air-launched cruise missile, em inglês), desenvolvido nos anos 1980.

Segundo o vice-presidente executivo da construtora, Frank St. John, o programa de desenvolvimento do míssil prevê nove anos e depois cinco anos de produção.

Houve discussões para acelerar o processo de produção da arma, mas, de acordo com Frank St. John, a fase de desenvolvimento poderá ser reduzida no máximo em alguns meses.

Quando se trata do desenvolvimento de um míssil de tanta importância, o prazo não pode simplesmente ser cortado pela metade, ressalta o dirigente. É que o ritmo de desenvolvimento do míssil depende do ritmo do desenvolvimento da carga, explica St. John, e seria inútil ter a armas antes de ter a respetiva carga.

Mesmo quanto o desenvolvimento estiver completo, "há muitos trabalhos de simulação que continuam", além de protocolos de certificação, que levam muito tempo, diz o executivo.

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