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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Índia compra duas fragatas russas por US$ 950 milhões

A Rússia assinou um contrato de US$ 950 milhões para fornecer dois novos navios de guerra para a Índia que serão equipados com mísseis Brahmos para aumentar o poder de fogo da Marinha Indiana. As duas fragatas da classe Project 11356 serão compradas diretamente da Rússia e um contrato para construir mais duas em um estaleiro indiano provavelmente será assinado em um estágio posterior.


Poder Naval

Fontes disseram que, enquanto as liberações finais para o projeto pendente vieram antes da cúpula no início deste mês entre o presidente Vladimir Putin e o primeiro-ministro Narendra Modi, o acordo foi assinado na semana passada após as negociações de preços.

Fragata Almirante Makarov, Project 11356

Dado que os EUA implementaram sanções contra a compra de armas de Moscou, a Índia poderia fazer pagamentos para os navios usando a rota Rúpia-Rublo. O acordo – sob um esquema “2 + 2”, no qual a tecnologia será transferida para um estaleiro indiano para construir duas fragatas a partir do zero – está sendo desenvolvido desde 2015.

As duas fragatas deverão ser levadas para a Índia após a construção para instalar as turbinas a gás em um estaleiro local, já que a encomenda de turbinas foi feita diretamente por Nova Délhi com a Ucrânia, para evitar complicações devido às relações entre Ucrânia e Rússia.

Houve discussões iniciais para envolver o setor privado indiano na construção de dois dos navios, mas o governo decidiu nomear o Estaleiro Goa estatal. Não está claro se a decisão ainda permanece ou o ministério seguirá um processo competitivo para determinar o parceiro local.

O estaleiro Goa tem enfrentado dificuldades financeiras e não foi capaz de ir adiante em um pedido anterior de novas embarcações caça-minas que são desesperadamente necessárias pela Marinha.

O processo para adquirir os navios-varredores foi abortado duas vezes e uma tentativa está sendo feita para emitir propostas para o projeto.

FONTE: Economic Times

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