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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

INF é 'salvaguarda da paz e segurança na Europa', diz Espanha

Por meio de sua chancelaria, a Espanha expressou sua preocupação com a intenção do presidente norte-americano Donald Trump de retirar os Estados Unidos do Tratado de Forças Nucleares Intermediárias (INF) com a Rússia, enfatizando que o tratado é crucial para a segurança euro-atlântica.


Sputnik

Trump disse no sábado (20) que Washington irá sair do INF e acusou a Rússia de violar seus termos. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, rejeitou as acusações, ressaltando que o desmantelamento do acordo forçaria a Rússia a tomar medidas para garantir sua segurança.


Bandeira da Espanha
© flickr.com/ steve_h

"Este tratado (…) é um dos pilares essenciais do sistema euro-atlântico de controle de armas e, como tal, é uma salvaguarda da paz e segurança na Europa", afirmou o ministério das Relações Exteriores da Espanha por meio de nota.

Peskov disse que a questão provavelmente será levantada em uma reunião entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, que chegou a Moscou no domingo.

O marco do tratado de controle de armas foi assinado pelo ex-presidente soviético Mikhail Gorbachev e pelo então presidente dos EUA Ronald Reagan em 1987. Os lados concordaram em destruir todos os mísseis balísticos lançados do solo ou que tenham alcance entre 500 a 5.500 quilômetros.

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