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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

'Inimigo da paz mundial': Evo Morales manda mensagem para Trump

O presidente boliviano, Evo Morales, chamou os Estudos Unidos de país inimigo da paz mundial depois de Trump ter dito querer sair de tratado nuclear histórico que EUA têm com a Rússia.


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"Trump ameaça mandar suas tropas para a fronteira com o México, contra milhares de migrantes centro-americanos, depois de anunciar a saída dos EUA do tratado com a Rússia sobre forças nucleares de alcance intermediário. Assim EUA se constituem em inimigos da paz mundial e dos direitos humanos", twittou Morales.


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Evo Morales | Reprodução

Trump foi fortemente criticado pela decisão, que será submetida à aprovação do Congresso dos EUA, pelo ex-líder soviético Mikhail Gorbachev, que assinou o tratado histórico com o então presidente norte-americano Ronald Reagan. O Kremlin chamou a jogada dos EUA de "perigosa".

Na terça-feira (23), o conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, declarou que Washington ainda não tomou uma decisão final sobre a instalação de mísseis norte-americanos na Europa após o recente anúncio quanto ao Tratado INF.

"Estamos muito longe de qualquer decisão sobre esse tipo de pergunta", disse Bolton a repórteres em uma coletiva de imprensa, subsequente ao encontro com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou.

"O problema é que agora há mísseis da Rússia, que violam INF, na Europa. A ameaça não é a saída americana do Tradado INF, a ameaça é que mísseis russos já estão instalados", acrescentou. "Em uma possibilidade conceptual de universalizar o tratado, sim, isso é algo que pensamos ainda em 2004, e alguns esforços foram empenhados para ver se seria possível estender o tratado […] mas todos falharam", disse Bolton.

Na semana passada, Donald Trump anunciou que os Estados Unidos poderiam vir a se retirar do Tratado INF, porque Moscou estaria violando o acordo. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, refutou as alegações de Trump e enfatizou que a Rússia seria forçada a tomar medidas para se proteger se os Estados Unidos começarem a desenvolver encoberta ou abertamente armas que são proibidas pelo acordo.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou na segunda-feira (22) que Moscou decidirá posicionamento quanto à questão assim que os Estados Unidos fornecerem esclarecimentos oficiais sobre a decisão de Trump, reforçando que quaisquer ações de Washington nessa área serão revidadas.

O Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário foi assinado em 1987, entre o líder norte-americano, Ronald Reagan, e o líder soviético, Mikhail Gorbachev, prevendo a eliminação dos mísseis balísticos e de cruzeiro, tanto nucleares como convencionais, com alcance correspondente a um intervalo entre 500 e 5.500 km.

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