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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Israel agradece aos EUA pelo 'direito' de atacar forças pró-iranianas na Síria

O diretor-geral do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yuval Rotem, agradeceu ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, por seu reconhecimento público do "direito" de Israel atacar as forças pró-iranianas na Síria.


Sputnik

"Israel nunca permitirá que o Irã e seus representantes terroristas na Síria e no Líbano ponham em risco a soberania e o povo de Israel", escreveu Rotem em seu Twitter, agradecendo a Pompeo pela "posição clara sobre o direito de legítima defesa de Israel".

Soldados israelenses (foto de arquivo)
Militares israelenses © REUTERS / Mohamad Torokman

Dirigindo-se em 10 de outubro ao Instituto Judaico para a Segurança Nacional da América (JINSA, na sigla em inglês), com sede em Washington, Pompeo reiterou o "apoio inabalável" da administração dos EUA a Israel.

Em particular, ele afirmou que Israel tinha o direito soberano de "atacar as milícias apoiadas pelo Irã" na Síria e prometeu que os EUA continuariam a defender esse direito.

Nos últimos dois anos, Israel atacou a Síria em diversas ocasiões, alegando que tem como alvo as forças apoiadas pelo Irã, incluindo o movimento Hezbollah. Israel prometeu continuar seus ataques aéreos, apesar do incidente com o avião russo Il-20 na costa da Síria pelo qual Moscou culpou Tel Aviv, tendo em seguida fornecido sistemas de defesa antiaérea S-300 à República Árabe.

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