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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Israel agradece aos EUA pelo 'direito' de atacar forças pró-iranianas na Síria

O diretor-geral do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yuval Rotem, agradeceu ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, por seu reconhecimento público do "direito" de Israel atacar as forças pró-iranianas na Síria.


Sputnik

"Israel nunca permitirá que o Irã e seus representantes terroristas na Síria e no Líbano ponham em risco a soberania e o povo de Israel", escreveu Rotem em seu Twitter, agradecendo a Pompeo pela "posição clara sobre o direito de legítima defesa de Israel".

Soldados israelenses (foto de arquivo)
Militares israelenses © REUTERS / Mohamad Torokman

Dirigindo-se em 10 de outubro ao Instituto Judaico para a Segurança Nacional da América (JINSA, na sigla em inglês), com sede em Washington, Pompeo reiterou o "apoio inabalável" da administração dos EUA a Israel.

Em particular, ele afirmou que Israel tinha o direito soberano de "atacar as milícias apoiadas pelo Irã" na Síria e prometeu que os EUA continuariam a defender esse direito.

Nos últimos dois anos, Israel atacou a Síria em diversas ocasiões, alegando que tem como alvo as forças apoiadas pelo Irã, incluindo o movimento Hezbollah. Israel prometeu continuar seus ataques aéreos, apesar do incidente com o avião russo Il-20 na costa da Síria pelo qual Moscou culpou Tel Aviv, tendo em seguida fornecido sistemas de defesa antiaérea S-300 à República Árabe.

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