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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Israel corta o limite da zona de pesca de Gaza em meio a confrontos de manifestantes

O ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, ordenou neste sábado a redução do limite da zona de pesca para a Faixa de Gaza de nove para seis milhas náuticas em meio a protestos violentos na fronteira com o enclave, relatou a rede de TV Kan.


Sputnik

De acordo com a emissora Kan, a decisão foi tomada após os confrontos fronteiriços de sexta-feira entre palestinos e tropas israelenses.

Confronto entre palestinos e israelenses em Gaza | Reprodução

Na véspera, cerca de 20.000 palestinos participaram de confrontos com as Forças de Defesa de Israel (FDI) na fronteira da Faixa de Gaza, lançando granadas contra os soldados israelenses e tentando romper a cerca da fronteira, segundo o serviço de imprensa das FDI. Pelo menos dois palestinos foram mortos e mais de 370 ficaram feridos.

Os confrontos na área se intensificaram no final de março, quando manifestantes palestinos iniciaram uma campanha em larga escala, apelidada de Grande Marcha do Retorno, levando a tentativas de suprimir os ataques das forças israelenses.

A violência atingiu o auge em maio, em meio à abertura da embaixada dos EUA em Jerusalém, no momento do aniversário do estabelecimento do Estado de Israel. Desde então, mais de 60 palestinos foram mortos e mais de 2.700 outros foram feridos pelas forças israelenses no decorrer dos dias.

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