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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Israel inspecionará caças F-35I após acidente com F-35B na Carolina do Sul

Após o acidente que envolveu um F-35B de quinta geração do Corpo de Fuzileiros dos EUA no dia 28 de setembro nas proximidades de Beaufort, no estado norte-americano da Carolina do Sul, a Força Aérea de Israel fará uma verificação de todos os caças F-35I, segundo um comunicado do serviço de imprensa do Exército.


Sputnik

Incidentes com aeronaves F-35 já haviam ocorrido anteriormente, mas nenhum deles provocou tais consequências.

Caça F-35 da Força Aérea de Israel, conhecido como Adir, em 6 de dezembro de 2016 (imagem de arquivo)
CC0 / Robert Sullivan / Israeli F-35 “Adir” receives fuel

"O comandante da Força Aérea de Israel, Amikam Norkin, decidiu tomar medidas de precaução e realizar testes em todas as aeronaves F-35I, apesar de que o incidente ocorreu em um modelo que não é usado pela Força Aérea israelense e de que nenhuma falha foi encontrada em aeronaves israelenses", disse em comunicado.

De acordo com a informação da imprensa, a verificação será feita em alguns dias e, depois disso, os caças retornarão às atividades operacionais.

Também foi relatado que, após o acidente no estado americano, foi realizada uma inspeção técnica, cujos resultados foram enviados para a Força Aérea de Israel e indicaram ter sido detectado um defeito nos tubos de combustível do motor.

Em dezembro de 2017, a Força Aérea de Israel comunicou que os caças F-35 já estavam verificados e prontos para serem usados em combate. Os israelenses batizaram a aeronave F-35I de Adir (poderoso, em hebraico).

A sequência de falhas vem desde 2014, quando o motor de um F-35 pegou fogo durante a aceleração. Dois anos depois, ocorreram mais dois acidentes, nos quais um F-35A se incendiou no solo e um F-35B em pleno voo, além de outros incidentes menores, mas não menos significativos.

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