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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Israel pronto para atacar sistemas de mísseis russos S-300 na Síria

De acordo com a TASS, a Rússia completou a entrega de um sistema de mísseis superfície-ar S-300 para os militares sírios, desafiando Israel e EUA


Poder Aéreo

O ministro da Defesa, Sergei Shoigu, disse ao presidente Vladimir Putin durante uma reunião transmitida pela TV Rossiya 24: “O trabalho terminou um dia atrás”, acrescentando que o sistema melhoraria a segurança dos militares russos na Síria.



Israel, por sua vez, disse que a venda de armas encorajaria e intensificaria a guerra na Síria.

Na semana passada, uma autoridade israelense disse que os mísseis antiaéreos S-300 são “um desafio complicado” para Israel. O funcionário acrescentou: “Estamos lidando com isso de maneiras diferentes, não necessariamente impedindo a entrega”.

Mais cedo, em abril deste ano, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, foi bastante claro sobre o fato de que o país pode atacar os sistemas de defesa antiaérea russos S-300, na Síria, se forem usados ​​contra Israel.

“Uma coisa deve ficar clara – se alguém atirar em nossos aviões, nós iremos destruí-los”, disse Lieberman em entrevista ao site israelense Ynet. “O que é importante para nós é que os sistemas de defesa antiaérea que os russos transferem para a Síria não sejam usados ​​contra nós. Se eles forem usados ​​contra nós, agiremos contra eles”.

Israel atingiu repetidamente alvos na Síria nos últimos anos, mais recentemente no início deste mês na província de Latakia, quando militares sírios derrubaram um avião de reconhecimento militar russo, matando todas as 15 pessoas a bordo. Além disso, a Força Aérea de Israel há muito se prepara para destruir alvos como o S-300, mas antes disso, supunha-se que seriam sistemas de defesa aérea iranianos.

Desde 2000, Israel vem treinando e testando discretamente manobras anuais destinadas a derrotar os sistemas de mísseis que a Rússia desdobrou no Oriente Médio. A Força Aérea de Israel usou exercícios militares em conjunto com a Grécia e a Bulgária para se preparar para uma situação potencial em que terá que realizar missões contra o sistema de mísseis superfície-ar S-300.

De acordo com a i24news.tv, os exercícios foram usados ​​para testar como o sistema S-300 trava nos alvos, coleta dados com o radar de rastreamento e para ver se o sistema pode ser cegado ou enganado.

O site The Aviationist também observou que, graças ao exercício na Grécia, a Força Aérea de Israel reuniu dados importantes sobre o sistema SAM russo e teve a oportunidade de testar e melhorar as táticas de evasão durante ataques simulados contra alvos terrestres protegidos por baterias S-300.

Além disso, Israel recebeu mais jatos furtivos F-35I Adir que possuem uma assinatura de radar extremamente baixa, permitindo que o jato opere dentro do território inimigo, bem como evite sistemas avançados de mísseis de defesa aérea, como os avançados S-300 e S-400.

A determinação israelense e sua inventividade tornam possível atingir os sistemas de mísseis russos S-300 na Síria.

FONTE: Defense Blog

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