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Israel concentra mais forças na fronteira com Faixa de Gaza e está pronto a agir

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) concentraram mais forças na fronteira com a Faixa de Gaza e estão prontas para usá-las se for necessário, comunica a assessoria da entidade militar.
Sputnik

A decisão foi tomada no decurso da reunião no Estado-Maior e é uma resposta aos combates de ontem (11), que causaram morte de um militar israelense e sete palestinos.


"As IDF aumentaram suas forças no Distrito Sul e estão dispostas, se for preciso, a agir com mais vigor", destaca o comunicado da entidade.

No decurso da operação militar que teve lugar no enclave palestino neste domingo (11) um tenente coronel de uma unidade especial israelense foi morto. Ao mesmo tempo, a parte palestina perdeu sete homens, inclusive um comandante militar. Após os confrontos, os palestinos lançaram 17 mísseis contra o sul de Israel, dois deles foram interceptados pelos sistemas de defesa antiaérea Iron Dome (Cúpula de Ferro).

Foi igualmente informado que, tendo em conta a situação, o prim…

James Mattis afirma que assassinato do jornalista árabe Jamal Khashoggi 'mina a segurança regional'

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou neste sábado em Bahrein que o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, cometido no consulado da Arábia Saudita, em Istambul (Turquia), "mina a segurança regional".


EFE

"O assassinato de Khashoggi deve preocupar a todos. O fracasso que qualquer nação em aderir às normas internacionais e do Estado de Direito mina a estabilidade regional em um momento em que é necessário", disse Mattis, em seu discurso durante o fórum do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS).


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (esq.), e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis (dir.). EFE/CHIP SOMODEVILLA / POOL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (esq.), e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis (dir.). EFE/CHIP SOMODEVILLA / POOL

Mattis, no entanto, reiterou o compromisso de seu país com seus aliados árabes contra o Irã, a quem acusou de apoiar a Al Qaeda, além de armar outros grupos terroristas e de ameaçar a segurança marítima.

Ele também criticou a crescente presença da Rússia no Oriente Médio e ressaltou que Moscou não pode substituir o compromisso de longa data dos Estados Unidos com a região.

O presidente americano, Donald Trump, que inicialmente distanciou a Coroa saudita da morte de Khashoggi, aumentou esta semana suas críticas aos seus aliados sauditas, considerando que "encobriram" o assassinato e que a operação foi "um fiasco completo".

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