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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

James Mattis afirma que assassinato do jornalista árabe Jamal Khashoggi 'mina a segurança regional'

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou neste sábado em Bahrein que o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, cometido no consulado da Arábia Saudita, em Istambul (Turquia), "mina a segurança regional".


EFE

"O assassinato de Khashoggi deve preocupar a todos. O fracasso que qualquer nação em aderir às normas internacionais e do Estado de Direito mina a estabilidade regional em um momento em que é necessário", disse Mattis, em seu discurso durante o fórum do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS).


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (esq.), e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis (dir.). EFE/CHIP SOMODEVILLA / POOL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (esq.), e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis (dir.). EFE/CHIP SOMODEVILLA / POOL

Mattis, no entanto, reiterou o compromisso de seu país com seus aliados árabes contra o Irã, a quem acusou de apoiar a Al Qaeda, além de armar outros grupos terroristas e de ameaçar a segurança marítima.

Ele também criticou a crescente presença da Rússia no Oriente Médio e ressaltou que Moscou não pode substituir o compromisso de longa data dos Estados Unidos com a região.

O presidente americano, Donald Trump, que inicialmente distanciou a Coroa saudita da morte de Khashoggi, aumentou esta semana suas críticas aos seus aliados sauditas, considerando que "encobriram" o assassinato e que a operação foi "um fiasco completo".

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