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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

James Mattis afirma que assassinato do jornalista árabe Jamal Khashoggi 'mina a segurança regional'

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou neste sábado em Bahrein que o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, cometido no consulado da Arábia Saudita, em Istambul (Turquia), "mina a segurança regional".


EFE

"O assassinato de Khashoggi deve preocupar a todos. O fracasso que qualquer nação em aderir às normas internacionais e do Estado de Direito mina a estabilidade regional em um momento em que é necessário", disse Mattis, em seu discurso durante o fórum do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS).


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (esq.), e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis (dir.). EFE/CHIP SOMODEVILLA / POOL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (esq.), e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis (dir.). EFE/CHIP SOMODEVILLA / POOL

Mattis, no entanto, reiterou o compromisso de seu país com seus aliados árabes contra o Irã, a quem acusou de apoiar a Al Qaeda, além de armar outros grupos terroristas e de ameaçar a segurança marítima.

Ele também criticou a crescente presença da Rússia no Oriente Médio e ressaltou que Moscou não pode substituir o compromisso de longa data dos Estados Unidos com a região.

O presidente americano, Donald Trump, que inicialmente distanciou a Coroa saudita da morte de Khashoggi, aumentou esta semana suas críticas aos seus aliados sauditas, considerando que "encobriram" o assassinato e que a operação foi "um fiasco completo".

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