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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

James Mattis afirma que assassinato do jornalista árabe Jamal Khashoggi 'mina a segurança regional'

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou neste sábado em Bahrein que o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, cometido no consulado da Arábia Saudita, em Istambul (Turquia), "mina a segurança regional".


EFE

"O assassinato de Khashoggi deve preocupar a todos. O fracasso que qualquer nação em aderir às normas internacionais e do Estado de Direito mina a estabilidade regional em um momento em que é necessário", disse Mattis, em seu discurso durante o fórum do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS).


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (esq.), e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis (dir.). EFE/CHIP SOMODEVILLA / POOL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (esq.), e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis (dir.). EFE/CHIP SOMODEVILLA / POOL

Mattis, no entanto, reiterou o compromisso de seu país com seus aliados árabes contra o Irã, a quem acusou de apoiar a Al Qaeda, além de armar outros grupos terroristas e de ameaçar a segurança marítima.

Ele também criticou a crescente presença da Rússia no Oriente Médio e ressaltou que Moscou não pode substituir o compromisso de longa data dos Estados Unidos com a região.

O presidente americano, Donald Trump, que inicialmente distanciou a Coroa saudita da morte de Khashoggi, aumentou esta semana suas críticas aos seus aliados sauditas, considerando que "encobriram" o assassinato e que a operação foi "um fiasco completo".

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