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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Jordânia considera cancelar Tratado de Paz com Israel

Em conformidade com o acordo de paz de 1994, a Jordânia concedeu a Israel direitos de propriedade privada em dois territórios fronteiriços. No entanto, o rei da Jordânia gostaria de recuperar as terras.


Sputnik

O rei da Jordânia, Abdullah II, anunciou neste domingo que o seu país decidiu suspender dois anexos do tratado de paz de 1994 com Israel, pondo fim ao arrendamento israelense dos territórios de Baqura, Naharayim e Al-Ghamr, e Zofar.


Rei da Jordânia Abdullah II
Rei da Jordânia, Abdullah II © Sputnik / Aleksei Nikolsky

"Baqura e Ghamr são território jordaniano e permanecerão jordanianos. Exercemos soberania plena sobre nossa terra", disse o rei, segundo a agência de notícias estatal Jordan News Agency (Petra).

"Nossas prioridades, em circunstâncias regionais tão difíceis, buscam proteger os nossos interesses, fazendo todo o necessário para a Jordânia e os jordanianos", observou Abdullah II, acrescentando que Israel estava ciente da decisão.

Em resposta à medida, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu, conforme citado pelo Haaretz, tentar convencer a Jordânia a estender o contrato. "Não há dúvida de que o acordo é um ativo importante", disse ele, elogiando os tratados de paz com a Jordânia e o Egito na qualidade de "âncoras da estabilidade regional".

Ambas as áreas em questão estão localizadas na fronteira entre Israel e a Jordânia. Os agricultores israelenses obtiveram direitos de propriedade da terra por um período de 25 anos, sob o acordo de paz de 1994, que arbitrou disputas antigas por terra e água entre os dois países.

Após o acordo de 1994, a Jordânia tornou-se o segundo país árabe (depois do Egito) a estabelecer relações diplomáticas com Israel. No entanto, as relações entre Israel e a Jordânia têm sido tensas nos últimos anos. No início deste ano, o rei jordaniano Abdullah II confirmou que Jerusalém Oriental deveria ser a capital de um futuro Estado palestino, enquanto Israel vê Jerusalém como sua capital oficial.

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