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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Jornal alemão explica por que EUA necessitam do 'estatuto especial' de Donbass

A Ucrânia prolongou, de novo, até 2019, a vigência da lei sobre o estatuto especial das regiões de Donetsk e Lugansk, mostrando que as autoridades de Kiev não pretendem ouvir a voz das repúblicas rebeldes, escreve o jornal alemão Junge Welt.


Sputnik

O jornal sublinha que o estatuto especial de Donbass é uma ficção. Supõe-se que este deve ser estabelecido após a realização de eleições regionais segundo a legislação ucraniana. No entanto, na realidade, isso pode pôr fim a ambas as repúblicas.


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Instrutores dos EUA chegam à Ucrânia | Reprodução

De acordo com a mídia, o problema consiste em que essa lei, formalmente, se baseia nos Acordos de Minsk, que preveem a retirada dos armamentos, uma anistia e outras facilidades para os moradores das duas regiões, medidas que devem ter tomadas por parte da Ucrânia. A questão é que Kiev não quer ouvir falar sobre isso, sendo sua posição apoiada pelos EUA.

Se a lei não fosse prolongada, a Ucrânia automaticamente se converteria em parte que viola os Acordos de Minsk. Nesse caso, é bem possível que a questão fosse resolvida por meios militares, o que levaria a uma guerra. Caso isso aconteça, o mais provável é que o resultado seja negativo para as autoridades de Kiev, escreve a edição.

Ora, os parceiros ocidentais da Ucrânia, especialmente os EUA, não desejam tal cenário. É vantajoso para eles que a situação permaneça "congelada" e que esta "ferida" na fronteira com a Rússia continue sangrando, pois consome recursos e pode ser agravada em qualquer momento se for preciso.

Nessa conexão, os EUA continuam estimulando o renascimento do nacionalismo, permitindo, por exemplo, introduzir a saudação fascista no Exército, aponta o artigo.

"O renascimento da saudação fascista é uma espécie de chouriço para o nacionalismo, que agora o cão de guarda ucraniano de Washington está petiscando. Deixam o cachorro ladrar e até mesmo o incentivam. Mas ainda não tem direito de morder", conclui a edição.

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