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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Jornal sírio: sistemas S-300 são uma 'correia' para Israel

Tel Aviv está tentando menosprezar a importância do sistema de defesa antiaérea S-300 com base nas características dos caças F-22 e F-35, relata o inoSMI.


Sputnik

No entanto, Munazir Eid, colunista do jornal sírio Thawra, acredita que a presença desses mísseis no sistema de defesa antiaérea sírio ajudará a deter a agressão israelense e servirá como uma "correia" para esse Estado.

Carregamento do lançador do sistema de defesa antiaérea S-300 no âmbito das manobras Vostok 2018
S-300 Favorit © Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia

Além disso, o fornecimento do sistema terá um impacto no modo como Israel se comportará na região no futuro.

Segundo Eid, desde o anúncio da Rússia sobre o fornecimento de sistemas S-300 para a Síria, o movimento sionista não para de advertir que continuará sua agressão à Síria e de ameaçar com ataques contra o sistema de defesa antiaérea.

Para Eid, a presença desse sistema é uma necessidade na luta contra as organizações terroristas, além de ser "um elemento de dissuasão e um muro defensivo frente a todos os que tencionem desconcentrar o Exército Árabe sírio de continuar a guerra contra o terrorismo".

Ele enfatiza que se se abrir uma frente para combater a formação sionista, inclusive para libertar todos os territórios ocupados, esses mísseis permitirão ao Exército sírio derrubar imediatamente 96 mísseis inimigos disparando 192 mísseis contra eles; além de muitas outras características como a facilidade de deslocamento, detecção pelos radares de mísseis lançados contra o sistema e outras tecnologias avançadas.

Segundo Eid, todas as tentativas por parte dos grupos terroristas e seus patrocinadores para bloquearem a conclusão da última etapa na eliminação do terrorismo irão fracassar, e tudo o que eles estão fazendo para atingir o seu objetivo não é nada mais do que uma tentativa de ganhar tempo.

O colunista afirma que tudo acabará inevitavelmente com um confronto.

"Depois de mais de oito anos de ações de combate, vemos que a Síria, junto com seus aliados e amigos, está ganhando a batalha contra o terrorismo, e que todos devem deixar suas fantasias e entender que a Síria nunca desistirá de seus direitos nem passará por cima da dignidade de seu povo e de sua terra", conclui Munazir Eid.

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