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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Kiev colocou em Donbass estação de inteligência fabricada nos EUA, diz Lugansk

O funcionamento de uma estação de radar de reconhecimento de artilharia fabricada nos EUA foi observado na parte controlada por Kiev, anunciou o representante oficial da Milícia Popular de Lugansk.


Sputnik

"Na área residencial do povoado de Zolotoe, na área de responsabilidade da 14ª brigada mecanizada das Forças Armadas da Ucrânia, foi registrado o funcionamento de uma estação de radar de reconhecimento de artilharia AN/TPQ-48 de fabricação norte-americana", disse o representante oficial da entidade responsável pela defesa da República Popular de Lugansk (RPL), Andrei Marochko.


Resultado de imagem para AN/TPQ-48
Estação de radar de reconhecimento de artilharia AN/TPQ-48 em Zolotoye, Ucrãnia


Segundo ele, a estação fornece dados para cálculos de tiro de morteiros das Forças Armadas da Ucrânia que, segundo a Milícia da RPL, estão bombardeando áreas residenciais da república.

"O comando das Forças Armadas da Ucrânia continua a escalada da situação na região, aumentando suas forças e meios próximos da linha de contato. Com suas ações, as autoridades de Kiev sublinham sua atitude agressiva na resolução do conflito em Donbass", acrescentou Marochko.

Ele esclareceu que uma coluna de veículos, constituída por dois veículos de combate de infantaria BMP-1 e sete caminhões Ural com munições e combustível, chegou na área do povoado de Schastye.

As autoridades da Ucrânia lançaram em abril de 2014 uma operação militar contra as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, que declararam a independência após o golpe na Ucrânia em fevereiro de 2014. De acordo com os últimos dados da ONU, mais de 10 mil pessoas foram vítimas do conflito.

A questão da resolução da situação em Donbass está sendo discutida, inclusive durante as reuniões em Minsk do grupo de contato que, desde setembro de 2014, já adotou três documentos com medidas regulatórias para a desescalada do conflito. No entanto, mesmo após os acordos de cessar-fogo, a troca de tiros entre as partes em conflito continua.

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