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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Kiev concentra armas pesadas perto da linha de contato

As Forças Armadas da Ucrânia estão concentrando armamento pesado perto da linha de contato em Donbass, declarou na quarta-feira (31) o representante oficial da Milícia Popular de Lugansk, Andrei Marochko.


Sputnik

"As Forças Armadas da Ucrânia continuam a posicionar armas pesadas perto da linha de contato, ignorando os Acordos de Minsk e os compromissos internacionais assumidos", informou o representante oficial da República Popular de Lugansk (RPL), Andrei Marochko.


Canhão antitanque MT-12 Rapira das Forças Armadas da Ucrânia
Canhão antitanque MT-12 Rapira da Ucrânia © AFP 2018 / Sergei Bobok

Ele explicou que, de acordo com os dados da Milícia Popular, na região do povoado de Novozvanovka, na zona de responsabilidade da 14ª brigada mecanizada das Forças Armadas da Ucrânia, foi detectada a presença de dois canhões antitanque Rapira de calibre 100 mm e três tanques T-64.

"A situação na zona de responsabilidade da Milícia Popular permanece tensa, mas controlada", disse Marochko.

Em 2014, as autoridades ucranianas iniciaram uma operação militar contra as repúblicas populares de Donetsk e de Lugansk, que declararam sua independência depois do golpe do Estado que ocorreu na Ucrânia em 2014. Segundo as últimas estimativas da ONU, as ações militares em Donbass resultaram na morte de mais de 10 mil pessoas.

Em fevereiro de 2015, as partes em conflito assinaram os acordos de paz de Minsk para acabar com os combates na região, mas a situação permaneceu tensa, com as duas partes acusando-se mutuamente de violações do cessar-fogo.

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